13 de Agosto de 2026 – 2.ª edição

Boa tarde,

Alice Brito dá hoje uma entrevista à VISÃO a propósito do seu mais recente livro Perdeu-se relógio de senhora (Companhia das Letras): “(…) Se olharmos para os Prémios Nobel, por exemplo, são maioritariamente homens. Há muito poucas mulheres. Eu já cheguei velhinha à literatura. Tinha 56 anos quando comecei a escrever. Comecei a escrever por acaso. (…)”.

Na secção de sugestões, a VISÃO traz-lhe seis propostas: A Mulher Singular e a Cidade, de Vivian Gornick (Dom Quixote, com tradução de Maria de Fátima Carmo); Intervalo seguido de A Memória dos Outros III, de Marcello Duarte Mathias (Dom Quixote); Escrever, de Stephen King (Bertrand, com tradução de E. Santos); O Livro das Minhas Vidas, de Margaret Atwood (Bertrand, com tradução de Pedro Elói Duarte); Caderno de Memórias Coloniais, de Isabela Figueiredo e Júlia Barata (Caminho); e Comboio-Fantasma para o Oriente, de Paul Theroux (Quetzal, com tradução de Freitas e Silva).

Boas leituras.

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