
Bom dia,
O DESTAQUE. Esta manhã, no JORNAL DE NOTÍCIAS, Maria de Lurdes Rodrigues assina um artigo de opinião intitulado “As bibliotecas escolares e o PISA”:
(…) Desde a abertura das primeiras 164 bibliotecas escolares, milhares de crianças e jovens beneficiaram de acesso mais fácil a livros, descobriram mais mundo através dos livros e ganharam gosto pela leitura e pelo conhecimento. A construção e reconstrução de escolas passou a incluir, obrigatoriamente, um espaço para biblioteca concebido com elevados padrões de acessibilidade e funcionalidade. As bibliotecas contavam com professores bibliotecários, estavam articuladas com as atividades letivas e tinham critérios exigentes de seleção dos livros. Porque uma biblioteca escolar não é apenas uma estante com livros. (…)
Lamento que, em 2025, a reforma do Estado na Educação tenha dispensado a capacitação da rede de bibliotecas e a renovação do Plano Nacional de Leitura. Isso, certamente, não ajudará a recuperar o descalabro das competências em leitura reveladas pelo PISA. E colocar estantes com livros em 90 escolas primárias, também não.
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No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere Revoluções. Uma Nova História, de Donald Sassoon (Temas e Debates, com tradução de Pedro Vidal).
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AS NOTÍCIAS. Uma breve no CORREIO DA MANHÃ: Quase 15 milhões de livros foram vendidos em Portugal no ano passado, um valor recorde desde 2019, sustentado sobretudo pelo crescimento do consumo dos leitores entre os 15 e os 24 anos. Os dados foram revelados ontem num estudo da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).
Lê-se no JORNAL DE NOTÍCIAS: Rui Coelho foi o vencedor da edição de 2026 do Prémio Literário Nortear para Jovens Escritores da Eurorregião Galicia – Norte de Portugal. O autor de 34 anos, natural de Viana do Castelo, foi distinguido pelo júri pela obra A mulher dos olhos fecundos, selecionada entre as 63 candidaturas apresentadas. O vencedor vai receber um prémio de três mil euros.
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No PÚBLICO, Inês Duarte de Freitas entrevista Coltan Scrivner, autor de Curiosidade Mórbida – Um cientista explica por que razão não podemos desviar o olhar (Temas e Debates, com tradução de Artur Lopes Cardoso): Pessoas saudáveis têm salvaguardas que as impedem de fazer coisas perigosas.
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Boas leituras.
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