
Bom dia,
EM DESTAQUE. Sim, Deus existe no sentido em que muita gente acredita nele, diz Carlos Fiolhais à revista SÁBADO. O físico tem um novo livro (Deus e Ciência, na Dom Quixote) e em entrevista a Lucília Galha afirma que A palavra Deus é muito apelativa: é aquela que põe as orelhas mais em pé às pessoas.
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O JORNAL DE NOTÍCIAS traz como tema de primeira página a venda de livros que atinge recorde dos últimos anos e jovens estão entre os maiores consumidores. Nas páginas interiores lê-se também que leitura de livros mais complexos é a dificuldade dos estudantes. O texto é da jornalista Rita Neves Costa, que ouviu Francisco José Viegas, Maria de Lurdes Rodrigues e João Costa, ex-governantes na área da Educação.
A este propósito, vale a pena cruzar leituras – e jornais. No PÚBLICO, Ana Rita Bessa escreve: Pode parecer contraintuitivo porque nunca lemos tantas palavras como agora (em mensagens, emails, legendas, publicações nas redes sociais), mas nunca lemos tão pouco (textos longos, ensaios, livros). Desapareceu o hábito e o gozo de deter a atenção num argumento complexo, preferindo-se o resumo ao ensaio, a legenda ao artigo, o vídeo de trinta segundos ao documentário de uma hora. Mas esta preferência não é neutra e vai moldando a forma como pensamos, discutimos e decidimos individual e coletivamente.
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De regresso à SÁBADO, poderá ler a entrevista de Francisco Máximo Galé ao jornalista Alex Perry, autor de Vai Jorrar Sangue – O Negócio Assassino do Petróleo e do Gás (Penguin): A indústria do gás e do petróleo é inseparável da guerra e do sofrimento humano.
No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas conta que anda a ler Moderaditos, de Diego S. Garrocho (Zigurate, com tradução de Carlos Vaz Marques): uma defesa apaixonada e racional da moderação, num mundo em que há uma ligação entre “as massas” e o terrorismo.
No JORNAL DE NOTÍCIAS, Sérgio Almeida faz esta semana a crítica a O Diabo Está nos Detalhes seguido de Assim Escrevo, de Leila Slimani (Alfaguara, com tradução de Tânia Ganho): Muito provavelmente a melhor notícia que a literatura francófona recebeu na última dúzia de anos, os livros de Leïla Slimani representam tudo o que desagrada aos fundamentalistas ou censores encartados: são espaços de liberdade absoluta, em que as certezas dão lugar ao questionamento constante. (…).
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Boas leituras.
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