

Bom dia,
Foi há 25 anos. A 11 de Setembro de 2001, os Estados Unidos foram alvo de uma série de atentados terroristas que chocaram o mundo. Milhares de pessoas perderam a vida e as consequências destes ataques fizeram-se sentir durante anos, alterando profundamente a política, a segurança e a sociedade a nível mundial. Esta manhã, os jornais portugues relembram o acontecimento, com destaque para artigos e entrevistas no PÚBLICO, no DIÁRIO DE NOTÍCIAS e no EXPRESSO.
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Eis o que também vai encontrar nos matutinos:

AS ENTREVISTAS. No ÍPSILON, Isabel Lucas conversa com Joana Bértholo a propósito do seu mais recente livro Do Amor e de Outros Fantasmas (Caminho): Um bom conto é um universo, e nós vamos lá para dentro e aquilo está cheio de pistas. E como muito pouco é dito, deixa-nos muito espaço enquanto leitores. Gosto de participar disso.

Também no ÍPSILON está a novela gráfica de Sofia Neto, Da Noite para o Dia (Chili com Carne). José Marmeleira escreve que a autora consolida assim um percurso admirável na banda desenhada.
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AS CRÍTICAS. No ÍPSILON, Hugo Pinto Santos atribui cinco estrelas a Do Corvo a Santa Maria, de Joaquim Manuel Magalhães (Companhia das Ilhas); na REVISTA E/ EXPRESSO, José Mário Silva atribui quatro estrelas a Do Amor e de Outros Fantasmas, de Joana Bértholo (Caminho); quatro estrelas de Pedro Mexia para Territórios de Fronteira, de Gerald Murnane (Quetzal, com tradução de Salvato Teles de Menezes); mais quatro estrelas, desta vez de Ana Bárbara Pedrosa para Na Tua Mão, de Hélder Teixeira Aguiar (Gradiva); sem direito a estrelas: Breves Entrevistas a Homens Hediondos, de David Foster Wallace (Quetzal, com tradução de Vasco Teles de Menezes), e Cheap Nature, de Xavier Almeida (Péssima Editora).
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Os maus resultados do PISA continua a ter eco na imprensa portuguesa. NO JORNAL DE NOTÍCIAS, Felisbela Lopes escreve: Percorrendo os manuais e as obras fixadas do 5.° ao 9.° ano, percebemos que muitos textos reúnem características que afastam os jovens da leitura: são pesados, descontextualizados e sem ligação às referências dos mais novos. A culpa será das editoras, dos autores dos manuais, das direções das escolas, dos professores? À partida, não. A responsabilidade pertence mais a quem concebe programas e metas curriculares de cada disciplina.
No PÚBLICO, Susana Peralta adverte: Se há uma lição a retirar da hecatombe do PISA, é esta: antes de voltar a mudar, testemos, meçamos e aprendamos.
E no EXPRESSO, Vasco Texeira, da Porto Editora, garante-nos que ler é o melhor remédio.
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A OPINIÃO. No IDEIAS/ EXPRESSO, Ana Bárbara Pedrosa disserta sobre o destino do escritor “atormentado”: (…) escrever é o melhor trabalho do mundo: não se apanha sol nem se depende de ninguém. Ainda por cima, o que se dá é igual ao que se recebe: quem escreve um texto para alguém também o guarda nas mãos, e cada frase é um salto na própria vida interior. Se escrever fosse um tormento ninguém o faria (…).
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AS SUGESTÕES. Esta semana, no NEGÓCIOS, Manuel Falcão recomenda Economia de Exílio, de Ben Chu (Temas e Debates, com tradução de Paulo Tavares e Sara M. Felício) e Dinheiro à Prova de Crises, de Pedro Andersson (Contraponto); na página seguinte, Marco Alves escreve sobre Revolução Moral, de Rutger Bregman (Bertrand, com tradução de Joaquim Gafeira), Autorretrato, de Davide Enia (Dom Quixote, com tradução de Ana Pereirinha), e O Que É a Filosofia?, de José Ortega Y Gasset (Bertrand);
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A BOA NOTÍCIA: lê-se no JN que o Festival Correntes d´Escritas voltará a ter prémio literário em 2027: o acordo entre a Câmara da Póvoa de Varzim e o grupo Barrière, que desde maio explora o Casino da Póvoa, já foi assinado.
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PARA A SUA AGENDA: Vila do Conde está a comemorar os 125 anos do nascimento de José Régio. Via JN, ficamos a saber que hoje, às 21.30 horas, o Auditório Municipal recebe o espetáculo “Desenhar meus próprios pés”, cantado por Pedro Lamares, Carolina Rocha e Fred Menos. A entrada é livre, sujeita à lotação do espaço.
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Boas leituras.
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