
Bom dia,
AS SUGESTÕES. No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas recomenda Singular Ocorrência e Outras Histórias de Mulheres, de Machado de Assis (Edições tinta-da-china); no WEEKEND/NEGÓCIOS, Manuel Falcão escreve sobre três livros: Estranha sedução, de Ian McEwan (Gradiva Publicações), O livro dos prólogos, de Jorge Luis Borges (Quetzal Editores), e Reflexões sobre a dor, de Umberto Eco (Gradiva); na página ao lado, mais três livros, desta vez por Marco Alves: Quando todos sabem que todos sabem…, de Steven Pinker (Presença), Tribal, de Michael Morris (Temas e Debates), e O Médico e o Monstro, de Eric Frattini (Bertrand Editora); no IDEIAS/ EXPRESSO, Joana Ascensão diz que anda a ler Coisas de Loucos, de Catarina Gomes (Edições tinta-da-china), e Nadar na piscina dos pequenos, de Golgona Anghel (Assírio & Alvim).
AS CRÍTICAS. Na REVISTA E/ EXPRESSO, Ana Bárbara Pedrosa dá três estrelas a Pontos de Fuga, de Milton Hatoum (Companhia das Letras); cinco estrelas de Pedro Mexia para dois livros de Clarice Lispector: Laços de Família e Felicidade Clandestina, ambos editados pela Companhia das Letras; quatro estrelas de José Mário Silva para Cadelas Vadias, de Dahlia de la Cerda (Greta, com tradução de Rita Custódio); e duas estrelas de Carlos Leone para Biblioteca Secreta, de Oliver Tearle (Gradiva, com tradução de Madalena Requixa); sem direito a estrelas: Histórias da PIDE, Vol. 2, de José Pedro Castanheira (Edições tinta-da-china), e Império, Mito e Miopia, de Francisco Noa (Caminho); no ÍPSILON, José Riço Direitinho atribui quatro estrelas a Tarântula, de Eduardo Halfon (Dom Quixote, com tradução de J Teixeira de Aguilar).
AS ENTREVISTAS. No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, César Avó conversa com Omer Bartov, autor de Israel: o que correu mal com o meu país? (Ideias de Ler): “O problema central de Israel é não conseguir decidir o que fazer com os palestinianos”; Omer Bartov dá também uma entrevista a Hélder Gomes, no IDEIAS/ EXPRESSO: “Israel esgotou o crédito para voltar a invocar o Holocausto”; para o ÍPSILON, Luís Ricardo Duarte falou com Valter Hugo Mãe a propósito do seu mais recente livro O Século dos Imbecis (Porto Editora): “A tragédia tem de ser debatida e evidenciada, mas precisamos de rir dela”.
A CELEBRAÇÃO. Teolinda Gersão vai ser homenageada na Feira do Livro de Coimbra, cidade onde nasceu. António Cabrita conta-lhe tudo na REVISTA E/ EXPRESSO.
Boas leituras.
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