17 de Junho de 2026

Bom dia,

Começamos hoje com dois prémios: Lídia Jorge venceu o Prémio Estatal Austríaco de Literatura Europeia deste ano; Djaimilia Pereira de Almeida venceu o Prémio D. Diniz atribuído pela Fundação da Casa de Mateus, em Vila Real, pela obra Livro da Doença (Relógio D’Água). A notícia está no CORREIO DA MANHÃ – e no PÚBLICO, que apenas menciona Lídia Jorge.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, não perca a entrevista a Ian de Toffoli, autor de Léa et la théorie des systèmes complexes: “O Luxemburgo é como um microcosmo europeu. E quero que seja também um ponto forte literário”.

No JORNAL DE NOTÍCIAS, Afonso Reis Cabral escreve esta semana sobre a exposição “No Rasto de Camões”, na Biblioteca Nacional: “Custa a acreditar que as grandes mentes tenham corpos como os nossos. Que usem a mesma massa cinzenta, adoeçam, sintam calor e frio, precisem de ir à casa de banho. E algumas mentes parece mesmo inconcebível que tenham sido de carne e que pudessem partir um braço. (…)”.

Ainda no JN, Sérgio Almeida faz a crítica a Nevoeiro, de Pedro Eiras (Assírio & Alvim): (…) No seu regresso à ficção, Pedro Eiras abraçou o desafio de procurar aceder à interioridade do pensador, mas convocando outras realidades e dimensões. É assim que encontramos nas páginas do livro as figuras de Salazar e António Ferro, mas também a do próprio autor, partilhando com quem o lê as suas impressões e angústias sobre o processo de escrita (“não sei escrever este livro, e é por isso que o escrevo”, como confessa a dada altura). (…).

Boas leituras.

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