
Que livros pretende ler este verão?
Livros curtos:
Maité, de Fernando Aramburu
O polaco, de JM Coetzee
A vento que arrasa, de Selva Almada
A nuvem no olhar, de João de Melo
A invenção do amor e outros poemas, de Daniel Filipe
Espero ter fôlego para atacar:
Descansos, de Susana Amaro Velho
Aguarela de Paris, de João Pinto Coelho
A vida airada de Dom Perdigote, de Paulo Moreiras
Recomende três livros a outros leitores (e diga-nos porquê).
As benevolentes, de Jonathan Littell, editado há 20 anos, um romance de um poder raro, extremamente violento, magistralmente escrito.
A noite e o riso, de Nuno Bragança, que podeis encontrar num volume único de obra completa (1969-85), dos mais espantosos exemplos de conhecimento do ofício da escrita humorada amarguinha, com curvas e contracurvas só ao alcance de poucos. Nuno Bragança merecia ser mais conhecido.
Fado Alexandrino, de António Lobo Antunes, o Magnum dos anos 80, o romance onde, após os inícios prometedores, o António aterra com estrondo num patamar já muito alto. O romance onde, para mim, mais se entrelaçaram o António da arquitectura de palavras com o António engenheiro de estruturas.
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Todos os inquéritos de verão estão disponíveis nesta página.
A seguir: Cláudia Passarinho.