12 de Junho de 2026

Bom dia,

Começamos a RIL de sexta-feira com uma breve no JN: o poeta Luís Quintais foi o vencedor da edição deste ano do Grande Prémio de Literatura DST, no valor de 15 mil euros, pelo livro Nocturama.

Depois, desenrolamos o novelo das entrevistas. Cá vão elas:

A ENTREVISTA I – “Aquilo de que verdadeiramente sinto falta é do Paul e da Siri, da Siri e do Paul”, diz Siri Hustvedt a Isabel Lucas no ÍPSILON. Sete páginas para falar de Fantasmas (Dom Quixote, com tradução de Tânia Ganho).

A ENTREVISTA II – no WEEKEND/ NEGÓCIOS, Lúcia Crespo conversa com Katie Kitamura, autora de Audição (Alfaguara, com tradução de Tânia Ganho): “Ler é das coisas mais íntimas que se pode fazer”.

A ENTREVISTA III – No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Valter Hugo Mãe diz a Helena Tecedeiro que “a facilidade de acesso à informação parece convidar ao emburrecimento geral”. A celebrar 30 anos de carreira, o escritor tem um novo livro: O século dos imbecis (Porto Editora).

A ENTREVISTA IV – no IDEIAS/ EXPRESSO, Catarina Maldonado Vasconcelos entrevista o escritor cubano Leonardo Padura: “Com sorte, as mudanças em Cuba surgirão de dentro”.

AS SUGESTÕES. Esta semana, no WEEKEND/ NEGÓCIOS, Manuel Falcão sugere Morrer na Praia, de Leonardo Padura (Porto Editora), Até ao fim do dia, de Inês Maria Meneses e Tozé Brito (Contraponto), e No meu fim está o meu começo, de Filipa Martins (Quetzal); na página ao lado, Marco Alves escreve sobre Promessas do futebol, de Rui Passos Rocha (Fundação Francisco Manuel dos Santos), O Mandarim, de Eça de Queiroz (Penguin), e Indignidade, uma vida reimaginada, de Lea Ypi (Casa das Letras, com tradução de Sebastião Sousa); no CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere a reedição de A Servidão Humana, de Somerset Maugham (Asa); no IDEIAS/ EXPRESSO, Eunice Lourenço diz que anda a ler O Italiano, de Arturo Pérez-Reverte, a edição de Maio/Junho da Brotéria, e A Península das Casas Vazias, de David Uclés (Dom Quixote, com tradução de J Teixeira de Aguilar).

AS CRÍTICAS. No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, João Lopes analisa a obra Os Mergulhadores do Deserto, de Sven Lindqvist (Antígona – Editores Refractários, com tradução de Ana Diniz); na REVISTA E/ EXPRESSO, Luís M. Faria dá quatro estrelas a Indignidade, uma vida reimaginada, de Lea Ypi (Casa das Letras, com tradução de Sebastião Sousa); António Cabrita tem quatro estrelas para Seis noites na acrópole, de Yógos Seféris (E-Primatur, com tradução de José Luís Costa); Pedro Mexia atribui quatro estrelas a A cada um o seu, de Leonardo Sciascia (Presença, com tradução de Filipe Guerra); também quatro estrelas de Ana Bárbara Pedrosa para Viver com homens, de Manon Garcia (Livros Zigurate, com tradução de Isabel Castro Silva); e sem direito a estrelas: Yesteryear, de Caro Claire Burke (Porto Editora), e Contar uma História, de John Berger e Susan Sontag (Relógio D’Água); no ÍPSILON, Helena Vasconcelos dá três estrelas a Carne, de David Szalay (Relógio D’Água, com tradução de Maria de Fátima Carmo); Cláudia Carvalho Silva escreve sobre “um sueco à procura de saudades em português”, a propósito de Saudade – cartografia de um sentimento, de Henrik Brandão Johnsson (Penguin); e, por fim, Inês N. Lourenço dá quatro estrelas a Spielberg em BD, lançado recentemente pela Asa, com tradução de Rita Furtado.

Boas leituras.

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