10 de Junho de 2026

Feliz Dia de Portugal!

Bom dia,

Antoni Gaudí, o arquitecto da Sagrada Família, morreu há cem anos. Francisco José Viegas relembra-o na sua crónica no CORREIO DA MANHÃ.

No JORNAL DE NOTÍCIAS, Afonso Reis Cabral escreve que “(…) mesmo que o Mundial se torne memorável, e que o Ronaldo tenha a última glória, não vale as filas nas papelarias, as trocas em nome dos filhos, o mercado negro nas redes sociais, o cheiro Panini daquele papel, a busca da última caderneta, a coisa estranha dos casais que partilham vídeos a acabar a colecção. (…)”.

Também no JN, ficamos a saber que as peças de teatro de Augusto Abelaira estão agora reunidas em livro (Minotauro). Ao lado, lemos a crítica de Sérgio Almeida a Manifesto pela Leitura, de Irene Vallejo (Bertrand, com tradução de Rita Custódio e Àlex Tarradellas): “(…) Súmula de muitos dos seus escritos anteriores, “Manifesto pela leitura” é uma narrativa breve que assenta num tom poético através do qual Irene Vallejo nos interpela (mas também nos instiga) a deixarmo-nos cativar pela força sedutora dos livros. (…)”.

Na SÁBADO, Luísa Oliveira entrevista Michael E. Long, autor de Dominar a Dopamina (Presença): “Há que criar uma distância entre a tentação e o consumo de redes sociais”.

Na secção de Livros da revista, Ângela Marques escreve sobre Urânio, de Carlos Rayo (Sopa de Letras), um “thriller jurídico passado no Alentejo”.

Boas leituras.

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