Sara Rodi em entrevista à RIL: “Gostaria que o meu último romance fosse lido pelo próprio Pessoa. Acho que daríamos umas boas gargalhadas juntos”
Nuno Costa Santos em entrevista à RIL: “A vida de um escritor é levantar, comer uma torrada ou um iogurte de aveia, desejavelmente dentro do prazo, com os olhos de uma personagem de Shakespeare antes de morrer, e escrevinhar, raramente com as melhores vestes”
Cristina Carvalho em entrevista à RIL: “Escrevo sempre a ouvir música. Sempre. Ponho uns auscultadores e ligo a música em altíssimo som. Não, não é música clássica. Mas só com um som altíssimo, mesmo, consigo a abstracção total que preciso para me concentrar”
Pedro Almeida Maia em entrevista à RIL: “De vez em quando (agora raramente devido à vida profissional), escrevo dentro do carro, estacionado diante do mar ou da Lagoa das Sete Cidades. Coisas de quem vive na ilha”
Cláudia Lucas Chéu em entrevista à RIL: “Felizmente não sofro de bloqueios criativos. Por vezes as coisas fluem com menos facilidade. Apenas isso”
José Riço Direitinho em entrevista à RIL: “Durante muitos anos escrevia quase sempre com sono, depois corrigia a escrita no dia seguinte bem acordado”
Ana Margarida de Carvalho em entrevista à RIL: “Acolho com muito apreço conceitos como a desorientação ou a divagação, a repetição ou o caos, que como diz Saramago, é uma ordem por decifrar”
Miguel d’Alte em entrevista à RIL: “Todos os dias sento-me a trabalhar e escrevo. Há dias que correm melhor, e em que a escrita flui como um sabonete molhado; noutros, corre pior”