
Bom dia,
Esta semana, no DIÁRIO DE NOTÍCIAS, João Céu e Silva escreve que “poucos escritores morrem como Jane Austen“. A propósito de recentes edições de Orgulho e Preconceito e Persuação, publicadas pela Bertrand, o jornalista ouviu a tradutora Maria de Fátima Carmo, que defende a importância de se continuar a traduzir os romances de Austen: “São livros intemporais mas a língua muda, daí que trazê-los para o nosso tempo, não desvirtuando o sentido, é um modo de os tornar mais acessíveis aos leitores contemporâneos”. Destaque ainda para O Fatástico Mundo de Jane Austen, de vários autores, publicado pela Arte Plural.
Também no DN, António Carlos Cortez interroga-se sobre como “levar o leitor exigente a entrar na nossa poesia”, e dá como exemplo o livro com organização e notas de Manuel Alberto Valente que, em Março, chegou às livrarias para assinalar os 60 anos da editora Dom Quixote: “(…) De entre as antologias que podem levar o leitor exigente a entrar na nossa poesia, esta será, a meu ver, das mais claras, ao mesmo tempo que das mais representativas do que foram exactamente esses saltos, avanços e rupturas operados na nossa modernidade poética.(…)”.
No JORNAL DE NOTÍCIAS temos as novidades da Feira do Livro do Porto: às 15 horas, a encenadora espanhola Angélica Liddell dá uma conferência sobre dramaturgia, focada no papel da poesia na sua conceção cénica; e às 21 horas, a Feira acolhe o evento “O poema começa com um nó na garganta”, um espetáculo de declamação que junta a atriz Ana Zanatti, o poeta José Anjos e o músico Pedro Jóia numa performance que cruza a força da palavra dita com a música.
Seguindo os passos de escritores como Margaret Atwood, Han Kang ou Karl Ove Knausgård, a autora Laurie Anderson foi agora convidada a integrar o projeto Future Library, a Biblioteca do Futuro, localizada nos arredores de Oslo, na Noruega. A artina norte-americana criará uma nova obra que se manterá inédita até 2114. O texto é de Isabel Coutinho, no PÚBLICO.
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Boas leituras.
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