
Bom dia,
O dramaturgo e romancista Péter Nádas, um dos maiores escritores húngaros contemporâneos, morreu ontem aos 83 anos. Apontado todos os anos como candidato ao Nobel, os seus livros permaneceram inéditos em Portugal até 2023, ano em que a Cavalo de Ferro lançou o primeiro livro do autor. A notícia está no CORREIO DA MANHÃ.
No JORNAL DE NOTÍCIAS, Rui Lage escreve sobre Inês Lourenço, a poeta homenageda na Feira do Livro do Porto, que está a decorrer nos jardins do Palácio de Cristal: “(…) Há muito para apreciar na Inês: o amor aos seres frágeis, a ironia astuta, a amizade franca, a aversão ao ornamento, à soberba, o invejável sotaque tripeiro, a sua ternura austera pelo Porto (…)”.
No PÚBLICO, o biólogo Ricardo R. Santos escreve que “há algo de podre no reino da ciência”: “(…) publica-se muito porque o sistema de avaliação da ciência privilegia a quantidade, criando o artifício de uma ciência vigorosa e fértil (…)”.
Na VISÃO poderá ler a crónica de Safaa Dib, que esta semana foi ver O Convite, de Olivia Wilde, o que a fez recordar a obra Angústia para o Jantar, de Luís de Sttau Monteiro.
Igualmente na edição desta semana está o texto de Gabriela Relvas intitulado “Ring-Wrong, Ring-Wrong”: “(…) Telefone é nome masculino, mas quando o telefone toca, do outro lado, há quase sempre uma voz de mulher. A voz do cuidado. A voz adivinha, que costura, que remenda os rasgões. Uma mulher com sete vidas – uma gata. (…)”.
Boas leituras.
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