21 de Agosto de 2026

Bom dia,

A Feira do Livro do Porto arranca hoje nos jardins do Palácio de Cristal. No JORNAL DE NOTÍCIAS lê-se que esta é a edição mais internacional de sempre, com as presenças de Mohammed El-Kurd, Shahd Wadi, Elvis Guerra, Hilda de Paulo, Angélica Lidell, Rim Battal e Marie Darrieussecq. A programação conta com cerca de 200 actividades. A poeta Inês Lourenço é a autora homenageada deste ano, ela que hoje dá uma longa entrevista a Luís Ricardo Duarte, no ÍPSILON: “A essência da poesia está na superação da linguagem quotidiana”. 

MAIS ENTREVISTAS. No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Leonídio Paulo Ferreira conversa com José Alberto Ribeiro, diretor do Palácio Nacional da Ajuda e do Museu do Tesouro Real, autor de Rainha D. Amélia (Caleidoscópio): “D. Manuel foi salvo, provavelmente, pelo ramo de flores com que D. Amélia bateu na cara do regicida”.

No NEGÓCIOS, Lúcia Crespo fala com Siri Hustvedt a propósito de Fantasmas (Dom Quixote): “Eu queria recuperar o Paul [Auster] nestas páginas”.

No ÍPSILON, José Marmeleira entrevista Michael Marder, autor de Filosofia no Lixo (VS Editor): Não há soluções fáceis. Desconfio de todos os pensadores que dão receitas exactas de como temos de agir ou pensar”.

Também no ÍPSILON está a entrevista de Pedro Rios a W. David Marx, autor de Blank Space (Viking): “As pessoas estão a começar a perceber que é nas suas vidas reais que a cultura acontece; a Internet é uma distracção”.

*

AS SUGESTÕES. Esta semana, no NEGÓCIOS, Manuel Falcão sugere Odisseia: a tradução de Frederico Lourenço – “original” e a adaptada para jovens (Quetzal), e ainda a novela gráfica de Gareth Hinds (Bertrand). Na página ao lado, Marco Alves escreve sobre Cervantes Íntimo, de José Manuel Lucía Magías (Quetzal), Rosshalde, de Hermann Hesse (Dom Quixote) e Os Despojos do Dia, de Kazuo Ishiguro (Gradiva).

No EXPRESSO, Helena Bento conta-nos que anda a ler As Feras, de Clara Usón (Elsinore) e Quartos de Final e Outras Histórias, de Cláudia Andrade (também da Elsinore).

*

AS CRÍTICAS. Esta semana, no EXPRESSO, Luís M. Faria dá cinco estrelas a As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift (na nova coleção da Quetzal, com tradução de Rita Cipriano); Pedro Mexia tem quatro estrelas para Um romance não escrito – contos completos, de Virginia Woolf (E-Primatur, com tradução de Maria Ponce de Leão); também quatro estrelas, mas de Ana Bárbara Pedrosa para A longa caminhada, de Stephen King (Bertrand, com tradução de Rui Azeredo e José Remelhe); por fim, Luísa Mellid-Franco atribui quatro estrelas a No Meu Fim está o Meu Começo, de Filipa Martins (Quetzal). Sem direito a estrelas: Resistir, de Alberto Manguel (Tinta-da-China), e As Horas, de Michael Cunningham (Gradiva).

No ÍPSILON, Helena Vasconcelos dá cinco estrelas a O Livro das Minhas Vidas. Uma espécie de memórias, de Margaret Atwood (Bertrand, com tradução de Pedro Elói Duarte).

*

A REPORTAGEM. No NEGÓCIOS, a jornalista Carina Fonseca foi à procura de pessoas “loucas” por livros. Encontrou Carlos Fiolhais, Miguel de Carvalho, Júlio Moreira e Helena Mendes Pereira.

*

AS NOTÍCIAS. Duas breves o JN: o estúdio Macedo Cannatà, do Porto, venceu o Prémio Design de Livro 2026 por Dança fora de si: A obra coreográfica de Marlene Monteiro Freitas, de Alexandra Balona (Dafne Editora); e chega hoje às livrarias Um hino à vida, de Gisèle Pelicot, a mulher francesa que foi violada durante anos pelo marido e por mais de 50 homens por ele recrutados. A edição é da Presença (esta notícia está também no CORREIO DA MANHÃ).

Pelo EXPRESSO ficamos a saber que o festival Dias da Literatura de Lisboa (DLL) terá a sua primeira edição entre 28 e 30 de Outubro na Fundação Gulbenkian. Marcarão presença, entre outros, Andrei Kurkov, Elif Shafak, assim como Alberto Manguel e Lídia Jorge.

*

A PRÉ-PUBLICAÇÃO. No ÍPSILON, poderá ler um excerto do novo livro de Joana Bértholo Do Amor e de Outros Fantasmas, que a Caminho publicará no próximo dia 1 de Setembro.

*

Boas leituras.

*

Deixe um comentário