26 de Agosto de 2026

Bom dia,

A SÁBADO desta semana abre com uma entrevista ao padre Jorge Oliveira, autor de Quantas cervejas posso beber até pecar? (Albatroz): “Não queria nada ser padre, mas Deus é muito melhor do que esperava”.

No JORNAL DE NOTÍCIAS, Afonso Reis Cabral conta-nos que encomendou um estudo a si próprio e chegou à conclusão de que “(…) a partir de determinado momento – que é capaz de ser a partir de certa idade –, passamos parte do tempo acordado a relatar, com muita preocupação, o tempo dormido. Destas discussões tira-se que a vida fazemo-la em busca de uma noite bem dormida (…)”.

Pela Feira do Livro do Porto, diz-nos o JN, hoje é dia de lançamento da reedição comemorativa, por ocasião dos 100 anos da primeira edição, de Camões e o Platonismo, de Francisco Miranda de Andrade. A iniciativa que decorre na sala multimédia da Biblioteca Almeida Garrett a partir das 18 horas.

Também no JN, Sérgio Almeida faz a crítica a Poesia, de Arthur Rimbaud (Assírio & Alvim): “(…) Nesta irrepreensível nova tradução portuguesa da sua poesia, assegurada pelo também poeta João Moita, é-nos disponibilizada a totalidade do que escreveu o autor francês, repositório último de todos os anseios, frustrações e quimeras acumulados ao longo de uma vida literária escandalosamente breve. (…)”.

Esta semana, no DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Guilherme d´Oliveira Martins escreve que “Nuno Júdice tem razão quando diz que Manuel Teixeira Gomes se evidencia como um dos grandes escritores da nossa língua. A sua prosa é original, o modo como define os sentimentos não tem comparação, o ritmo panteísta é apaixonante, é um cicerone único. (…)”.

Boas leituras.

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