2 de Setembro de 2026

Bom dia,

Começo esta edição da RIL por citar o artigo de opinião de Guilherme d´Oliveira Martins no DIÁRIO DE NOTÍCIAS (“Leitura: uma aposta séria”): “(…) Ler é mais do que um prazer ou uma necessidade; é também um dever. Impõe-se conhecer melhor a nossa cultura e as culturas com que nos relacionamos. A leitura corresponde à vida e à compreensão de que não podemos existir sem uma relação estável com a lembrança das raízes e com a existência dos outros. (…)”

Na mesma página, Luís Castro Mendes conta-nos que “a quantidade de leitura neste agosto foi a mais escassa dos últimos anos”, mas dos livros que leu com “atenção variável”, destaca a produção diarística de Marcello Duarte Mathias.

Depois, na SÁBADO, poderá ler a entrevista de Raquel Lito à neuropsicóloga Carolina Freitas Nunes, que foi detida em Bali com 50 munições esquecidas na mochila. Agora está a escrever um livro.

Ainda pela revista, duas outras leituras: a reportagem de Lucília Galha sobre a “febre” dos livros-puzzle (“O universo criminal sempre foi atraente e para resolver estes crimes só precisa de um lápis”), e a crónica de Gonçalo M. Tavares intitulada “Sobre os Prazeres, a Filosofia e a Vida no Geral”.

No JORNAL DE NOTÍCIAS, Afonso Reis Cabral escreve sobre a cantora Dolly Parton: “(…) era claramente inteligente – a música, a gestão da carreira, a imagem pública, a salvaguarda da vida privada –, mas não deixava que a inteligência a atropelasse. Usava a inteligência como um canivete suíço. Há gente de tal forma inteligente que não consegue usar o cérebro como ferramenta; e lá se vai atrapalhando consigo mesmo. Dolly nunca tropeçava, veja-se a célebre entrevista a Barbara Walters. (…)”.

Na secção de Cultura do JN, Sérgio Almeida faz esta semana a crítica a Saudade – Cartografia de um sentimento, de Henrik Brandão Jonsson (Penguin), “que viajou pelo mundo para compreender a essência da saudade”.

Ainda no JN, mas já na última página, está a notícia de que cerca de 45 mil jovens residentes em Portugal aderiram à segunda edição do cheque-livro, o que representa um aumento de 10,5% face à anterior.

Na Euronews PT, Joana Mourão Carvalho falou com Elga Fontes, fundadora da Kiala, uma editora que quer “combater a sub-representação de autores negros e mostrar que as suas obras não se resumem a histórias sobre racismo, discriminação ou sofrimento”. Para ler aqui.

Fique igualmente a saber que a tradução para mirandês de Astérix na Lusitânia (Asterix na Lhusitánia) chega às livrarias em Outubro. A notícia está no CORREIO DA MANHÃ, no DIÁRIO DE NOTÍCIAS e no JORNAL DE NOTÍCIAS.

E a terminar, um evento para a sua agenda (via JN): “O “Roteiro Camoniano no Porto”, guiado pelo historiador Joel Cleto, realiza-se hoje, numa iniciativa dedicada à presença e à memória de Luís de Camões na cidade. O percurso tem início às 16.30 horas, no Palácio da Justiça, mas é pedido aos interessados que seja feita uma concentração às 16 horas.”.

Boas leituras.

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