
Bom dia,
Terminou ontem a Feira do Livro do Porto. O evento atraiu mais de 200 mil pessoas aos jardins do Palácio de Cristal. Ao CORREIO DA MANHÃ, Teresa Coutinho, programadora da Feira, fez um balanço positivo: “Neste ano tivemos o melhor primeiro dia da Feira, e o melhor dia de sempre, mas acho que podemos ir mais longe, com uma programação cada vez mais abrangente e diversificada, com atividades ainda mais inovadoras, com mais conversas e maior número de espetáculos”.
Esta semana, no DIÁRIO DE NOTÍCIAS, João Céu e Silva escreve sobre Fortunas e Adversidades de Luciano Megera, de Paulo Moreiras (Dom Quixote): (…) Não é um propósito muito habitual na literatura nacional um escritor preocupar-se com estas vidas, até porque também é raro a prática do estilo picaresco entre nós. (…)”.
Sobre o seu método de trabalho, Paulo Moreiras diz que “(…) tenho pena de ser um escritor que demora sempre muito tempo entre livros porque tenho de investigar muito e esclarecer detalhes. Como não tenho pressa e faço exatamente aquilo que quero, preciso de me ir dando tempo para marinar as ideias enquanto dou corpo à história. E tenho outro problema: após escrever, guardo o livro na gaveta um par de meses e só depois volto ao livro e faço uma revisão final. Nessa última parte faço uma grande limpeza e se o livro tinha 400 páginas pode acabar com menos cem (…)”.
Boas leituras.
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