4 de Setembro de 2026

Bom dia,

Aqui estão os destaques da imprensa desta sexta-feira:

AS CRÍTICAS. Gustavo Rubim dá cinco estrelas no ÍPSILON a Postes de Luz para Cães Vadios, de Raquel Nobre Guerra (Tinta-da-China); Isabel Lucas tem quatro estrelas para Pequenas Desgraças sem Importância, de Miriam Toews (Alfaguara, com tradução de Alda Rodrigues). Na REVISTA E/ EXPRESSO, Pedro Mexia atribui cinco estrelas a Proémios, de Camilo Castelo Branco (Glaciar); quatro estrelas de José Mário Silva para Morrer de Pensar, de Pascal Quignard (Cutelo, com tradução de Diogo Paiva); Ana Bárbara Pedrosa dá três estrelas a Comerás Flores, de Lucía Solla Sobral (Porto Editora, com tradução de Carla Ribeiro); e Luís M. Faria atribui quatro estrelas a Curiosidade Mórbida, de Coltan Scrivner (Temas e Debates, com tradução de Artur Lopes Cardoso); sem direito a estrelas: Sem Respeito, de Byung-Chul Han (Relógio D´Água), e O Que é a Arte?, de Lev Tolstói (Gradiva).

AS ENTREVISTAS. Esta semana, no WEEKEND/ NEGÓCIOS, Lúcia Crespo entrevista o filósofo francês Gilles Lipovetsky, autor de livros emblemáticos como A Era do Vazio, A Felicidade Parafoxal e Os Tempos Hipermodernos: “A inteligência artificial é a bomba atómica do mundo cognitivo”; no ÍPSILON, Amanda Ribeiro entrevista o escritor e jornalista palestiniano Mohammed El-Kurd, autor de Vítimas Perfeitas – A Condição Palestiniana (Edições 70): “Sorrimos quando nos prendem. Porque não vão quebrar o nosso espírito”.

O OBITUÁRIO. Morreu Gloria Steinem, jornalista, escritora e ativista, que lutou pelo direito das mulheres ao aborto, à política e à igualdade salarial. Tinha 92 anos. Texto de Daniel Dias no PÚBLICO.

AS SUGESTÕES. No IDEIAS/ EXPRESSO, Lídia Peralta Gomes diz-nos que está a ler Mártir!, de Kaveh Akbar (Relógio D´Água); no WEEKEND/ NEGÓCIOS, Manuel Falcão recomenda Revolução Moral, de Rutger Bregman (Bertrand, com tradução de Joaquim Gafeira), Após a Bomba, de Jorge Calado (Gradiva), e Casamento e Outros Desencontros, de Jorge Buescu (Gradiva); na página ao lado, Marco Alves escreve sobre O Jardim Proibido de Leninegrado, de Simon Parkin (Temas e Debates), A Máquina de Fazer Ganhar as Direitas, de Yves Citton (Edições 70), e Contra a Identidade, de Alexander Douglas (Guerra & Paz).

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De regresso ao ÍPSILON, Isabel Lucas escreve sobre Hiroshima, 8:15 – The Lost Memoir, de Kiyoshi Tanimoto (Modern Library): “Oitenta anos depois da publicação de Hiroshima, de John Hersey, chega o relato de Kiyoshi Tanimoto, uma das seis testemunhas que deram corpo à reportagem da New Yorker. Escrito em 1947 e inédito durante décadas, o manuscrito permite agora ler Hiroxima nas palavras de quem a viveu.”.

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Boas leituras.

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