23 de Junho de 2026

Bom dia,

O inquérito Leituras de Verão da RIL não chegou a Francisco José Viegas mas já sabemos o que o editor da Quetzal vai levar para as férias: Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro (Bertrand). Está no CORREIO DA MANHÃ…

…onde também se lê que a Babell “quer milhares na rua com livros na mão”. O festival literário do Porto arranca amanhã.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, António Carlos Cortez escreve sobre No Caminho da Poesia, de Carlos Mendes de Sousa (Documenta): “(…) Professor, académico de renome, o autor deste livro não esquece, portanto, que ler um poema é “um ver por dentro” e ler a poesia é um retomar, ou um modo de olhar o fenómeno da linguagem que, como um todo, se dá a ver como espécie de poliedro de cristal, espelho dos mundos possíveis que os poetas constroem. Daí que a estruturação do livro obedeça a essa lógica muito curiosa de uma leitura pessoal: na primeira secção o ver por dentro o poema na sua laboração, na segunda secção a aceitação de que o ensaio busca compreender a metapoesia e, na terceira e última parte deste volume, “o olhar sobre cinco nomes analisados, agora sob o ângulo do testemunho.”(…)”.

No PÚBLICO, hoje é dia de Guia Leituras, que nos propõe os seguintes livros: Pôr-do-Sol com Leão deitado, de Mário Cláudio (Dom Quixote); Icónico – Um Retrato Íntimo de Quem Recusou Desistir, de Kiko is Hot (Albatroz); e Ioga Fascista: Vigaristas, Ocultistas, Supremacistas Brancos e a Nova Ordem no Bem-Estar, de Stewart Home (ed. Casa das Letras).

Ainda no PUBLICO, não perca a entrevista de Andreia Sanches a Marcelo Viana, autor de Histórias da Matemática: da contagem nos dedos à inteligência artificial (Edições tinta-da-china): “Costumo dizer que a profissão de professor de Matemática é a mais difícil do mundo”.

Boas leituras.

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