11 de Maio de 2026

Bom dia,

O CARINHO. Francisco José Viegas exprime no CORREIO DA MANHÃ a “ternura” por A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón: “Muitos leitores nasceram com esta fantasia de Barcelona.”. Hear, hear.

ALEGRE, 90 ANOS. Manuel Alegre dá hoje uma entrevista a Sérgio Almeida, que poderá ler no JORNAL DE NOTÍCIAS. Na véspera de completar 90 anos, o poeta diz que “(…) Só sou capaz de escrever poesia quando o poema aparece. Quer dizer, não sou capaz de me sentar à secretária e de começar a escrever. Acho que não vale a pena tentar sequer; só vale a pena quando o poema começa a aparecer, quase que a ser ditado. (…)”.

Ainda no JN, que continua a lembrar os 500 anos do poeta-mor, Pedro Mexia escreve que “Camões combina de forma magistral vida e pensamento”.

Uma breve, também no JN, dá conta do nascimento de uma nova editora: “Foi criada pelo poeta Carlos Luís Ramalhão e pretende lançar cinco livros ainda este ano. É a nova editora de literatura Aruel, sediada na Maia, e já tem um volume a caminho: Abrir abraços. O livro reúne dezenas de autores, no texto e na imagem, incluindo Bia Maria, Marta Pais Oliveira, José Mário Silva ou Inês Francisco Jacob.”.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, como acontece habitualmente às segundas-feiras, João Céu e Silva recomenda-lhe livros. Esta semana: O Céu cairá sobre nós, de Lídia Jorge (Dom Quixote), e Fantasmas, de Siri Hustvedt (Dom Quixote, com tradução de Tânia Ganho).

Na página seguinte, António Carlos Cortez escreve sobre José Carlos Vasconcelos, a propósito do seu mais recente livro, Os Sete Sentidos e Outros Lugares (Dom Quixote): “(…) Quer dizer, ao longo destes sete andamentos do livro – o extravasar dos cinco sentidos – o que José Carlos Vasconcelos coloca na cena de cada página é não só aquele ritmo da recordação-memória que é sempre a procura por eternizar o efémero, mas é também saber de leituras feito, a sageza de uma vida aprendida e apreendida no contacto plural com a pluralidade do humano.(…)”.

Boas leituras.

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