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4 de Novembro de 2026

Bom dia,

Philippe Jaenada é o vencedor do Prémio Goncourt deste ano com L’inconnue du quai de Javel. Por meio de uma investigação literária, o romance policial revisita um crime ocorrido em Paris em 1949: o assassinato de Louise Cansot, modelo de 29 anos que trabalhava para artistas de Montparnasse. Breves no JN e no CORREIO DA MANHÃ.

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MAIS IMPRENSA EM PAPEL

Esta semana, no JORNAL DE NOTÍCIAS, Afonso Reis Cabral escreve sobre o britânico que andou a pé durante quase três décadas: “Karl Bushby voltou anteontem a casa. A frase é verdadeira (…). Mas, apesar de verdadeira, a frase não diz nenhuma verdade. Depois de tanto tempo, nunca se volta a casa. (…)”.

Na secção de Cultura do JN, Sérgio Almeida faz a crítica a O Primeiro Leitor, de Luiz Schwarcz (Companhia das Letras): “(…) Editor com alma de escritor (leia-se, a título de exemplo, “O ar que me falta”, livro no qual mergulha na difícil herança familiar), Luiz Scharcwz explana as mudanças drásticas sofridas pelo meio editorial no derradeiro meio século sem resvalar para o saudosismo serôdio que tantas vezes é empregue pelos seus congéneres. (…)”.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Leonídio Paulo Ferreira entrevista Antony Beevor, autor de Rasputin e a queda dos Romanov (Bertrand, com tradução de António Costa Santos): “Rasputin era uma espécie de Dr. Jekyll e Mr. Hyde. Uns russos achavam-no fascinante, outros aterrador”.

Na página seguinte, “Seguro e Felipe VI inauguram exposição que dá a conhecer Camões em Espanha”.

Pela revista SÁBADO, poderá ler a entrevista de Susana Lúcio a Henrique Cymerman, a propósito do seu mais recente livro Querido Irmão (D. Quixote): “O Papa faz falta ao mundo, mas falta-me a mim profundamente”.

Na secção de livros da SÁBADO, Sofia Parissi escreve esta semana sobre Mulher em Queda, de Colleen Hoover (Penguin).

No CORREIO DA MANHÃ lê-se que Setúbal inaugura hoje o seu primeiro festival literário, que contará com uma homenagem a António Lobo Antunes e com as presenças de Rui Cardoso Martins e Ana Margarida Carvalho. “O programa integra exposições, sessões de teatro e cinema, ateliês, debates e conversas, leituras de poesia e um mercado do livro, entre outras atividades, pretendendo criar hábitos de leitura duradouros e aproximar quem escreve de quem lê.”

Francisco José Viegas sugere À Margem dos Dias e À Margem das Noites, de J.B. Pontalis (Edições Nanook, com tradução de Miguel Serras Pereira).

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Até amanhã!

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Nelson Ferreira da Silva