
Bom dia,
Esta é uma terça-feira “gorda” no que diz respeito a livros na imprensa portuguesa.
PELA IMPRENSA EM PAPEL
Esta semana, no DIÁRIO DE NOTÍCIAS, João Céu e Silva propõe-nos “ensaios para entender este mundo”:
Imaginação (2), de Francisco Louçã (Bertrand);
Deus e a Ciência, de Carlos Fiolhais (D. Quixote);
O Primeiro Leitor, de Luiz Schwarcz (Companhia das Letras); e
A Ilídia e a Odisseia de Homero, de Alberto Manguel (Tinta-da-China).
Na coluna ao lado, Guiões Silvestres – Quando o Direito e o Cinema se encontram: do argumento ao veredicto, de Ana Paula Pinto Lourenço (Parsifal).
Ainda no DN, mais duas notícias: “Imprensa Nacional financia Prémio Literário Fernando Namora” e “Abriu prazo para bolsa de criação literária”.
No Guia Leituras do PÚBLICO, seis propostas:
Dançar nas Ruas – Uma História da Alegria Colectiva, de Barbara Ehrenreich (Antígona, com tradução de José Miguel Silva);
O Palácio das Lágrimas, de José Rodrigues dos Santos (Planeta);
Morte em 22 Letras, de Marco Neves (Guerra & Paz);
Uma Casa no Fim do Mundo, de Michael Cunningham (Gradiva, com tradução de Rui Pires Cabral);
Adriano, de Tatiana Faia ((não) edições); e
Morte no Sena, de Judite de Sousa (Planeta), que será lançado na próxima quinta-feira, às 18h30, no El Corte Inglés, em Lisboa.

No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere William Hazlitt e Como Aturar Pessoas (Quando Elas Só te Irritam) (Ideias de Ler ): “É genial. A ler e anotar sem olhar para a TV”.
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PELA IMPRENSA DIGITAL
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PELA IMPRENSA INTERNACIONAL

Philippa Gregory: ‘I read 100 of the 18th century’s most popular novels – the perfect author’s apprenticeship’ (THE GUARDIAN)
Los editores europeos se muestran más permeables ante el ‘tsunami’ de la IA (EL PAÍS)
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E AINDA

Não perca a entrevista que fizemos à escritora e cronista brasileira Vivien Merciel Suarez, a propósito do seu livro Mapas Instáveis.
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Até amanhã!




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