17 de Agosto de 2026

Bom dia,

A Feira do Livro do Porto arranca na próxima sexta-feira e decorre até dia 6 de Setembro nos jardins do Palácio de Cristal. Há uma breve para ler no CORREIO DA MANHÃ, mas o JORNAL DE NOTÍCIAS traz-lhe uma entrevista de Sérgio Almeida à poeta Inês Lourenço, a homenageada deste ano: “Não me sinto bem quando não escrevo; fico com uma sensação física de enfartamento, como se tivesse algo no peito que precisa de sair. Não fico bem comigo mesma se não escrever.”

E ainda a propósito de feiras do livro, está também no JN a notícia de que a Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira vai acolher, de 25 a 27 de Setembro, a primeira edição do Miolo – Festival da Literatura e do Pensamento. O objetivo do evento é cruzar criadores e cientistas para interpretar um mundo em transformação acelerada.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, o politólogo Diogo Noivo sugere-lhe leituras para este verão: Venezuela: um país em suspenso, de Nancy Gomes (Penguin); Guerra, Mentiras e Direito Internacional, de Francisco Pereira Coutinho (Zigurate); Adolfo Suárez: la opción más difícil, de Juan Francisco Fuentes; António Lobo Antunes: la epopeya y la lírica, de Rafael Maldonado; Em torno de Abril: 25 anos que mudaram Portugal (1961-1986), de José Miguel Sardica (Fundação Francisco Manuel dos Santos); Casa dos Mortos. A PIDE/DGS em Moçambique 1964-1974, de Maria José Oliveira (Tinta-da-China); e Águas de Bacalhau, de Nuno Gonçalves Poças (Dom Quixote).

Esta semana, no DN, João Céu e Silva escreve sobre dois livros, ambos publicados pela Quetzal: O Voo do Homem, de Benjamín G. Rosado (com tradução de Margarida Amado Acosta), e A Piada Infinita, de David Foster Wallace.

A fechar o DN desta manhã, não pode perder o artigo de António Carlos Cortez sobre Observação do Verão, de Gastão Cruz (Assírio & Alvim): “(…) Trata-se de um pequeno grande livro de um dos mais importantes poetas dos últimos 50 anos da nossa literatura e, sem dúvida, um dos últimos autores que, devido à extrema ousadia de uma imaginação sempre viva, conjugou de modo sábio e fiel, a uma ideia de arte, a dicção clássica, dominando a sintaxe como poucos, próxima da frase camoniana, com uma apuradíssima capacidade de transfigurar pelo poder da imagem a realidade mais crua. (…)”.

*

O episódio de hoje do podcast contém declarações de Isabel Gonçalves, co-autora do livro Mais de Duas Chuvas, que ontem deu uma entrevista à RIL. Para ouvir aqui.

Boas leituras.

*

Deixe uma Resposta

Olá!

Bem-vindo(a) à Revista de Imprensa Literária, uma página dedicada ao que jornais e revistas publicam todos os dias sobre livros, literatura e escritores.

Criada em 2022, a RIL não “copia+cola” artigos inteiros nem “rouba” trabalho intelectual dos jornalistas. Esta página procura apenas servir de farol para conteúdos impressos e digitais que poderão passar despercebidos a quem se interessa por notícias, entrevistas, críticas e novidades literárias.

Além disso, a RIL publica regularmente entrevistas a autores portugueses (com destaque para os inquéritos de Verão), e está a desenvolver um podcast.

Tudo o que encontra neste sítio Web é igualmente distribuído de forma gratuita por e-mail e por Whatsapp (basta contactar-me).

Não hesite em escrever se tiver sugestões, críticas ou simplesmente para me contar o que anda a ler!

Boas leituras.

Nelson Ferreira da Silva