
Bom dia,
A cantora Dua Lipa tem desde o passado sábado um espaço na Livraria Lello, no Porto. Apelidado de “Manifesto Library”, o local reúne livros que abordam temas como a raça, a sexualidade e a identidade de género. O CORREIO DA MANHÃ conta-lhe os pormenores.
Também no CM (e no JN) está uma breve sobre António Jorge Gonçalves, que foi distinguido com o Prémio Carreira da 1.ª edição do Prémio Nacional de Banda Desenhada.
E ao lado, Francisco José Viegas começa a semana a recomendar A Arte em Portugal no Século XIX, de José-Augusto França (Imprensa Nacional).
No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, César Avó entrevista Carlos Branco, autor de Ucrânia: variações de uma guerra inacabada (Colibri): “A Europa está mais perto da confrontação com a Rússia do que da solução política”.
Esta semana, no DN, João Céu e Silva escolheu três livros: Aguarela de Paris, de João Pinto Coelho (Dom Quixote); A minha terceira vida, de Daniela Krien (Alfaguara, com tradução de Isabel Castro Silva); e O Verão em que a minha mãe teve os olhos verdes, de Tatiana Tibuleac (Alfaguara, com tradução de Rui Pires Cabral).
No PÚBLICO, Luís Ricardo Duarte escreve sobre a Babell, festival literário que termina hoje no Porto. O destaque da reportagem vai para Julian Barnes, que ontem esteve à conversa com Richard Zimler: “O meu cancro é incurável, mas gerível. É como a vida”.
Boas leituras.
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