25 de Junho de 2026

Bom dia,

Na VISÃO, Helena Alves Pereira entrevista Siri Hustvedt: “As mulheres que escrevem sobre ideias ou pensamentos não são validadas imediatamente da mesma forma que os homens. Recebem muitas críticas por serem demasiado intelectuais”.

E por falar em críticas: nem tudo correu bem no dia da inauguração da Babell. O JORNAL DE NOTÍCIAS conta-lhe as peripécias em torno da conferência de Byung Chul-Han.

No CORREIO DA MANHÃ e no JORNAL DE NOTÍCIAS lê-se que o governo decidiu prolongar até 31 de Agosto o prazo de utilização do cheque-livro.

Também no CM, Francisco José Viegas sugere hoje O Que Sempre Quis Saber Sobre Música Clássica e Teve Medo de Perguntar, de Sérgio Azevedo (Levoir): “Vou comprar para oferecer a amigos e aos filhos”.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Patrícia Reis alerta para a situação dos professores, coordenadores e leitores do Ensino Português no Estrangeiro: “(…) Nos últimos meses, muitos destes profissionais têm manifestado preocupação perante as propostas de revisão do regime jurídico do Ensino Português no Estrangeiro. As críticas apontam para uma combinação preocupante de precariedade, instabilidade profissional e degradação das condições materiais de trabalho. (…)”.

No PÚBLICO, Miguel Esteves Cardoso diz que “(…) Um dos erros, não da IA, mas do que esperamos da IA, é pensar que nós queremos saber coisas. Sim, queremos saber coisas. Mas só como preparativo. Só como acompanhamento. Gostamos de saber, mas gostamos muito mais de falar. Gostamos de falar com outros seres humanos, capazes de curiosidade e de empatia, com uma graça saída do pai e da mãe que tiveram, temperada pela vida que levaram, e pelas pessoas da cultura específica com que se deram. (…)”.

Boas leituras.

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