24 de Junho de 2026

Bom dia,

Arranca hoje no Porto o festival literário Babell. Textos no PÚBLICO, DIÁRIO DE NOTÍCIAS e no JORNAL DE NOTÍCIAS…

…onde esta manhã vai poder ler a crónica de Afonso Reis Cabral sobre um “vírus” que está a tomar conta da língua portuguesa: “(…) A certa altura, talvez por uma vaga conotação, deixámos de pôr. Já ninguém põe nada em sítio nenhum, nem sequer uma pergunta se põe. Esqueci a última vez em que um português soube pôr. Agora, só sabemos colocar. Andamos cheios de colocação e ninguém põe as coisas na ordem. (…)”.

Também pelo JN, uma breve dá-lhe conta de que o romance Matai-vos uns aos outros, de Jorge Reis, publicado em 1961, está desde ontem disponível nas livrarias portuguesas…

…e Sérgio Almeida critica o livro A cada um o seu, de Leonardo Sciascia (Presença): “(…) somos conduzidos até uma pequena comunidade do interior cuja pacatez é bruscamente interrompida quando o farmacêutico e o médico são mortos a tiro numa caçada. Pormenor importante: uns dias antes do crime, o farmacêutico recebera uma carta anónima com uma ameaça de morte. (…)”.

Na SÁBADO está a notícia de que a Câmara Municipal de Lisboa vai gastar mais do que inicialmente previsto nas obras de reabilitação do palacete dos Marqueses de Pombal, onde vai ficar instalada a futura “Biblioteca Manguel”.

Também na revista semanal, Ana Taborda entrevista Gabriel Zucman, autor de Os multimilionários não pagam impostos sobre o rendimento e está na hora de acabar com isso (Penguin): “Os muito ricos pagam metade dos impostos de um cidadão comum”.

Outra entrevista na SÁBADO: Francisco Máximo Gaié conversou com Nancy Gomes, autora de Venezuela: um país em suspenso (Penguin): “Falamos da ausência do Estado, que pactua com grupos criminosos”.

A fechar a revista, leia a crítica de Nuno Miguel Guedes a Pão de Anjos, de Patti Smith (Quetzal): “a autora viaja por histórias do passado, relações amorosas e descobertas que lhe mudaram a vida. Imperdível”.

Boas leituras.

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