
Bom dia,

Francis Fukuyama dá hoje uma entrevista a Leonídio Paulo Ferreira no DIÁRIO DE NOTÍCIAS. Numa altura em que chega ao mercado português o livro No Reino do Último Homem (D. Quixote), o filósofo e cientista político não foge às perguntas sobre a obra que o tornou famoso, O Fim da História e o Último Homem:
O problema do livro é que ninguém leu os últimos cinco capítulos. O título era O Fim da História e o Último Homem, e os cinco capítulos sobre “o último homem” tratavam todos das formas como a democracia poderia desmoronar-se no futuro. Muitos dos meus críticos mais apressados nunca se deram ao trabalho de os ler e acham que eu era um triunfalista ingénuo a dizer que a democracia duraria para sempre. Nunca disse isso. Ando a tentar explicá-lo há quase 35 anos.
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MAIS IMPRENSA EM PAPEL

Ainda pelo DIÁRIO DE NOTÍCIAS, não perca a entrevista de Helena Tecedeiro a Richard Zimler, que está de volta com a trilogia O Voo dos Anjos Caídos (Porto Editora): “O ponto de partida para esta trilogia é a minha preocupação com o mundo atual”.
No CORREIO DA MANHÃ, uma breve dá conta que a Biblioteca Nacional de Espanha, em Madrid, abre amanhã as portas de uma exposição dedicada à vida, obra e influência na cultura hispânica de Luís de Camões. Fica aberta ao público até 14 de fevereiro de 2027, com entrada gratuita.
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PELA IMPRENSA DIGITAL
Hugo Gonçalves vence Prémio Literário San Clemente em Espanha com Revolução (OBSERVADOR)

“Pedra, Planta, Animal e Escritor”. Gonçalo M. Tavares recebeu este domingo em Maiorca o Prémio Formentor das Letras 2026. É o primeiro português distinguido com este prémio internacional. Este é o texto que escreveu e leu na cerimónia. (PÚBLICO)
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PELOS PODCASTS

Esta semana, no Andas a Dormir Com Quem?, Júlia Pinheiro, Rita Blanco e Rui Zink conversam com Marco Neves.
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AGENDA
Gonçalo Ribeiro Telles apresenta hoje, às 18h30, no NorteShopping, o livro Do Trumpismo ao Chega (Gradiva). O livro, prefaciado por Mário Centeno, analisa o fenómeno da expansão do populismo na política portuguesa, relacionando-o com os movimentos internacionais. (via JN).
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Até amanhã!

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