
Bom dia,
Aqui estão os destaques literários desta quarta-feira:
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PELA IMPRENSA EM PAPEL
Esta semana, na SÁBADO, Gonçalo M. Tavares escreve sobre as manifestações pela habitação: “A quietude é muito poderosa precisamente porque, não agindo, não partindo vidros nem cabeças, ficando simplesmente quieta, opcupa…”
Na secção de livros, Pedro Mexia está de regresso à escrita diarística: Zero: Diários 2025-2026 tem a chancela da Tinta-da-China.

No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere A Norma Errada, de Anne Carson, que sairá em Novembro (The Poets and Dragons Society).
No JORNAL DE NOTÍCIAS, Sérgio Almeida faz a crítica a Recordações da Fuga de Essex, seguido de 20 Poemas do Manicómio, de John Clare (Assírio & Alvim, com tradução de Hugo Miguel Santos): “(…) Saudado como “o poeta camponês”, autêntico prodígio pitoresco da classe trabalhadora, vê o interesse pela sua escrita cair a pique assim que as modas literárias mudam de posição. (…)”.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, César Avó entrevista o politólogo Rachid Benzine, autor de O Homem que Lia Livros (Bertand): “A desumanização dos palestinianos foi o que me interessou depois do 7 de Outubro”.
Também no DN, João Lopes escreve sobre o clássico Anatomia da Melancolia, de Robert Burton (Quetzal, com tradução de Salvato Teles de Menezes).
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PELA IMPRENSA DIGITAL
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PELA RÁDIO
Esta semana, no Curtas de Poesia, da Antena Minho, Paulo Esse diz William Shakespeare. Para escutar aqui.
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E AINDA

Não perca mais uma Entrevista RIL, desta vez ao poeta e crítico literário António Carlos Cortez.
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Até amanhã!



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