
Bom dia,
Começa hoje o festival literário Escritaria, em Penafiel. A edição deste ano celebra a obra do escritor timorense Luís Cardoso. “Com um naipe de convidados que incluem figuras de várias artes, como Sérgio Godinho, Dulce Pontes, D. Américo Aguiar ou Ana Gomes, a programação contempla ainda uma sessão de homenagem póstuma ao cantor Luís Represas (1956-2026), que imortalizou o tema Timor“, lê-se no JORNAL DE NOTÍCIAS desta manhã.
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MAIS IMPRENSA EM PAPEL
No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, João Lopes escreve esta semana sobre Marshall McLuhan, numa altura em que chega às livrarias o revolucionário O Meio é a Massagem (Antígona, com tradução de Diana V. Almeida):
Quando surgiu O Meio É a Massagem (original: The Medium Is the Massage), McLuhan era reconhecido, nos próprios media que analisava, como um guru do futuro da comunicação. A frase “o meio é a mensagem” tinha-se tornado um emblema das suas especulações técnicas e filosóficas — era, aliás, uma questão central no seu livro de 1964, Understanding Media (edição portuguesa: Compreender os Meios de Comunicação, ed. Relógio D’Água, 2008, tradução de José Miguel Silva). De tal modo que foi escolhida como título para este novo livro… mas veio com uma gralha da tipografia: em vez de “message”, a capa usava “massage”. McLuhan viu aí uma oportunidade para combater o seu próprio cliché, e adotou o “erro”, até porque, logo nas primeiras páginas, a sugestão de “massagem” informativa surge associada a estas palavras do filósofo inglês A. N. Whitehead: “Os maiores avanços da civilização são processos que quase destroem as sociedades onde ocorrem”.
No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere O Caldeirão – A Formação do Atual Médio Oriente, 1900-2026, de Simon Sebag Montefiore (Crítica).
No Guia Leituras do PÚBLICO, há sete livros para conhecer: Audrey — A biografia autorizada de Audrey Hepburn, de Sean Hepburn Ferrer e Wendy Holden (Presenºa, com tradução de Marta Mendonça e Maria Ferro); Os Ilegais — Os audaciosos espiões russos e o modo como se infiltraram no Ocidente há cem anos, de Shaun Walker (Zigurate, com tradução de Isabel Gouveia); Fios, de Hernán Díaz (Livros do Brasil, com tradução de Alberto Gomes); Os Sapatos de Khatchaturian, de Sandro William Junqueira (Editorial Caminho); De Olhos Abertos — Ensaios sobre arte, de Julian Barnes (Quetzal, com tradução de Salvato Teles de Menezes); Estranhos – memórias de um casamento, de Belle Burden (Bertrand, com tradução de Susana Sousa e Silva); e Durante o Adeus das Andorinhas, com textos de Ondjaki e fotografias de Jordi Burch (Editorial Caminho), que será lançado amanhã às 18h30, na Casa do Jardim da Estrela – Sala Cedro, Lisboa.
O JN faz as contas ao Amadora BD: Rare flavours, de Filipe Andrade e Ram V, venceu o prémio da melhor BD de autor português do festival da Amadora. A fera, vol. 2, de Zidrou e Frank Pé, foi eleito o melhor álbum do ano na categoria estrangeira. João Mascarenhas ganhou o Troféu de Honra, e Beatriz Brajal o Prémio Revelação do Amadora BD 2026.
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PELA IMPRENSA DIGITAL
Carla Madeira e a ambiguidade moral do amor materno (OBSERVADOR)
Biografia de Orlando Neves por Rui Bondoso no Clube dos Jornalistas (SEGUE NEWS)
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PELOS PODCASTS

Esta semana, no podcast Andas a Dormir Com Quem?, Rui Zink, Rita Blanco e Júlia Pinheiro conversam com o actor Miguel Guilherme.
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PELA IMPRENSA INTERNACIONAL

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AGENDA

O ciclo Encontros com Autores da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, prossegue hoje, às 18.30 horas, com a presença de Madalena Sá Fernandes, autora de Sótão, Leme e Deriva.

Na próxima sexta-feira, dia 23 de Outubro, Rui Lagartinho vai estar à conversa com Alice Brito a propósito do seu romance Perdeu-se Relógio de Senhora. O evento terá lugar na Galeria Arte Graça, em Lisboa, a partir das 18 horas.
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Até amanhã!


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