
Bom dia,
Zeferino Coelho foi ontem homenageado no FÓLIO com o prémio José Pinho. O JORNAL DE NOTÍCIAS escreve que, ao receber o galardão, o editor citou José Saramago: “Já estou numa altura da vida em que olho mais para trás do que para a frente”.
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O JN destaca também as declarações de Leila Slimani no Fólio. A escritora franco-marroquina admitiu que é difícil alguém sentir orgulho em ser árabe num mundo marcado por pobreza, ditaduras, corrupção e a ascensão do fundamentalismo islâmico.
Foi ontem apresentada a biografia do jornalista Germano Silva, escrita por Mariana Correia Pinto. A edição de Um Dia Vais Ter Tudo é da Porto Editora. O JORNAL DE NOTÍCIAS conta-lhe como correu o evento no Palácio da Bolsa.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Luís Osório lembra Joaquim Letria:
Letria não foi apenas uma estrela, ele era a estrela. Sentava-se com os grandes políticos com a segurança de quem era um entre iguais. De repente, tínhamos no nosso país, depois de mais de 40 anos em ditadura, um jornalista que parecia de um outro mundo.
Mais à frente, também sobre Joaquim Letria, leia o texto de Alexandra Tavares-Teles: “Primeiro foi o gosto pela escrita e a defesa dos mais fracos. Depois, havia Tintim“.
Na secção Livros da Semana do DN, da responsabilidade de João Céu e Silva, o destaque vai para o escritor timorense Luís Cardoso, que será o autor homenageado da 19ª edição do Escritaria em Penafiel, que se inicia amanhã. Os livros mencionados no artigo são Hotel Timor (The Poets and Dragons Society) e Olhos de Coruja e Olhos de Gato Bravo (Escritaria).
No PÚBLICO, poderá ler a entrevista de Aline Flor a Pedro Macedo, autor de Um Mundo Sem Políticos (Chiado Books): “É rua a rua que as mudanças se fazem. Com e pelos cidadãos”.

Outro livro, outra entrevista: Carlos Fiolhais apresenta hoje o seu Deus e a Ciência (Dom Quixote). Em conversa com Filipa Almeida Mendes, o físico diz que “Deus não está no microscópio, no telescópio, nem no acelerador de partículas, está dentro de cada um dos crentes”.
Também no PÚBLICO vai encontrar a reportagem de Isabel Coutinho sobre o último dia do FÓLIO, ontem em Óbidos: “Não se escrevem romances com uma bandeira. No Fólio, a literatura é para todos. (…) Kamel Daoud e Rachid Benzine trouxeram novas perspectivas e Davi Kopenawa ensinou a importância da floresta às crianças (e não só)”
No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere Cartas Escolhidas, de Plínio, o Moço, traduzidas por André Simões: “constituem um documento imprescindível para compreender Roma, o império e a mentalidade do tempo”. O livro, publicado pela Edições 70, será apresentado no próximo dia 10 de Novembro, às 18h30, na Livraria Almedina Atrium Saldanha, em Lisboa.
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Hoje já não há tempo para mais.
Até amanhã!


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