
Bom dia,
A “destruição de livros para a IA chegou a Portugal”, lê-se esta manhã no JORNAL DE NOTÍCIAS. Sérgio Almeida falou com livreiros e alfarrabistas, como João Mendez Fernandes, Francisco Brito, Miguel de Carvalho e Manuel Ferreira. Editores e autores mostram-se também estão preocupados com esta nova realidade.
“É um combate difícil, que assumimos como prioritário para o setor editorial e livreiro nacional, para o qual todos temos de estar alerta, e que tem de ser assumido coletivamente”, adianta a APEL num comunicado enviado ao JN. Do lado da SPA, a preocupação é ainda maior. O presidente, José Jorge Letria, desvaloriza até os indicadores positivos do mercado editorial nos últimos anos e fala mesmo numa “redução na procura do livro e na sua presença na vida cultural quotidiana”.
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PELA IMPRENSA EM PAPEL DE HOJE
No JN, duas breves: “Jon Fosse: “Ganhar o Nobel é uma bênção e uma maldição””.

No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Leonídio Paulo Ferreira entrevista a historiadora Katja Hoyer, autora de Weimar – A vida à beira da catástrofe (Penguin): “Todos, incluindo os nazis, estavam obcecados com Weimar”
Esta semana, João Céu e Silva escreve, no DN, sobre Lisboa do Estado Novo, de Sérgio Luís de Carvalho (Parsifal), mas o maior destaque vai para o livro Hoje, 3 de Maio, de Patrícia Portela (Caminho):
Quanto à redação do romance, a escritora descreve como um período “horrível”: “O livro estava escrito mas a organização dos capítulos foi muito difícil até ao fim. Andava para frente e para frente, em muito devido ao tamanho do original, com mais de mil páginas. Era preciso reduzir até ficar o que importava e retirar o que incomoda o leitor por ser desnecessário. No final, tudo pareceu óbvio, mas como durante três anos não mostrei a ninguém, era como entrar no princípio da loucura. Quando o entreguei ao editor Zeferino Coelho, ia morrendo por desconhecer o veredicto, mas ele foi impecável, respondeu-me em 24 horas e avançou na edição. Fez uma série de comentários, mas estava muito entusiasmado e toda a equipa da Editorial Caminho acreditava no livro.”
Ainda pelo DN, não perca a crónica de António Carlos Cortez, esta semana sobre António Vieira, “autor de uma originalíssima obra poética e ensaística, e que teve, enquanto poeta, como chancela primordial, a &etc, publicou também poesia na Assírio & Alvim, mas sobretudo ensaio em casas editoriais de enorme relevo.”.
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PELA IMPRENSA DIGITAL

Em As Linhas que Traçam o Meu Corpo, Mansoureh volta à juventude em Teerão para libertar “o corpo e a mente” (DIÁRIO DE NOTÍCIAS, também na edição impressa)
Anne Carson Wins the Nobel Prize in Literature (THE PARIS REVIEW)
Abusos, protestos e ascensão da extrema direita dominam mesas de autor no FÓLIO (OBSERVADOR)
O inferno segundo João Zamith (OBSERVADOR)
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DO FIM-DE-SEMANA
Jon Fosse no Fólio: “Continuo a ser aquele rapaz de 12 anos que está a escrever” (PÚBLICO, também na edição impressa de hoje)
Escritora Gabriela Cabezón Cámara alerta para “onda arrasadora” da extrema-direita (JORNAL DE NOTÍCIAS)
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PELOS PODCASTS

Patrícia Portela foi a primeira convidada do novo podcast da SIC, Andas a Dormir Com Quem?, com Júlia Pinheiro, Rita Blanco e Rui Zink como anfitriões.

No programa Prova Oral de sexta-feira, Fernando Alvim conversou com a historiadora Irene Flunser Pimentel sobre o livro Relações Perigosas – A Cumplicidade da PIDE com as Secretas Internacionais.
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AGENDA

Respondo por mim: biografia de Orlando Neves, um criador multifacetado, segundo estudo biográfico de Rui Bondoso, será lançado no dia 16 de outubro (sexta-feira), às 18h, no Clube de Jornalistas (Ruas das Trinas 126 – Lisboa). A sessão contará com a presença do autor, acompanhado na mesa por Maria Flor Pedroso e José do Carmo Francisco. A propósito deste livro, não perca a entrevista RIL a Rui Bondoso, aqui.
Paulo Sobral apresenta o livro Desconfiança útil na próxima quarta-feira, dia 14, às 18h30, na Biblioteca Florbela Espanca, em Matosinhos.
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Até amanhã!


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