22 de Maio de 2026

Bom dia,

A FEIRA – I. Em Bragança, a Feira do Livro acontece entre os dias 28 e 31 de Maio e contará com a presença de escritores como Raul Minh’alma, Joana Pestana, Rute Cancela, Rita Rovisco ou Álvaro Cúria. A breve esta no CORREIO DA MANHÃ…

…onde também está a recomendação de hoje de Francisco José Viegas: Aliados em Guerra. Os rivais que derrotaram Hitler, de Tim Bouverie (Dom Quixote, com tradução de Luís Filipe Pontes).

OUTRAS SUGESTÕES. No WEEKEND/ NEGÓCIOS, Manuel Falcão sugere esta semana O Apocalipse, de Albrecht Durer (Guerra e Paz Editores); no mesmo suplemento, Marco Alves escreve sobre três livros: Os irmãos Burgess, de Elisabeth Strout (Alfaguara, com tradução de Eugénia Antunes), Hamlet, de William Shakespeare (Edições 70), e O Novo Agora, de Marcelo Rubens Paiva (Dom Quixote); no IDEIAS/ EXPRESSO, Pedro Cordeiro diz-nos que anda a ler Vizinhos, de Ana Bárbara Pedrosa e Nuno Saraiva (Asa), e As FP-25 e o Pós-Revolução, de Francisco Bairrão Ruivo (Edições tinta-da-china).

AS CRÍTICAS. Helena Vasconcelos dá cinco estrelas a dois clássicos agora reeditados pela Quetzal: A vida de Lazarillo de Tormes, anónimo (com tradução de Margarida Amado Acosta), e Robinson Crusoe, de Daniel Defoe (com tradução de João Pedro Vala); na REVISTA E/ EXPRESSO, José Mário Silva dá três estrelas a As sombras das árvores no inverno, de Carla Pais (LeYa); quatro estrelas de Luís M. Faria para Atlas das Guerras – época moderna, de Olivier Aranda, Caroline Le Mao e Julien Guinand (Guerra e Paz Editores, com tradução de Joana Baudouin); Pedro Mexia tem quatro estrelas para Pássaros Extraviados, de José Ángel Cilleruelo (Officium Lectionis, com tradução de Eduardo Quina); também quatro estrelas tem Ana Bárbara Pedrosa para Rasura, de Percival Everett (Livros do Brasil, com tradução de Bruno Vieira Amaral); e Carlos Leone atribui duas estrelas a Hiperpolítica, de Anton Jager (Penguin, com tradução de Diogo Vitor); sem direito a estrelas: Na casa da minha mãe, de Anabela Mota Ribeiro (Quetzal), e Histórias de ver e andar, de Teolinda Gersão (Porto Editora).

AS ENTREVISTAS. Para o WEEKEND/ NEGÓCIOS, Filipa Lino conversou com Rui Couceiro a propósito do seu mais recente livro (A mais bela maldição (Porto Editora)) e do Festival Babell: “A língua portuguesa, apesar de ser muito falada, é uma língua marginal”; no ÍPSILON, José Riço Direitinho entrevista Miqui Otero, autor de Orquestra (Dom Quixote, com tradução de J Teixeira de Aguilar): “A única coisa que a família pede é que esteja presente nos funerais dos parentes”; para o IDEIAS/ EXPRESSO, Joana Pereira Bastos falou com Maria José Oliveira, autora de Casa dos Mortos – a PIDE/DGS em Moçambique (1964-1974) (Edições tinta-da-china): “A violência colonial ainda é um tabu”; e na REVISTA E/ EXPRESSO, não pode perder a entrevista de Pedro Cordeiro a Giuliano Empoli, autor de A hora dos predadores (Gradiva): “As elites empresariais julgam que são a cultura, a religião, o partido”.

A REPORTAGEM. Na REVISTA E/ EXPRESSO, Maria João Bourbon convida-nos a visitar a exposição “Toda a Vida”, de Bárbara Assis Pacheco, filha do jornalista e escritor Fernando Assis Pacheco. Para ver na livraria Buchholz, em Lisboa.

CAMÕES. O JORNAL DE NOTÍCIAS continua a assinalar os 500 anos do nascimento do poeta de Os Lusíadas, desta vez com um texto de João Mota Amaral: “Camões exprime a dualidade que amarga a nossa História”.

A FEIRA – II. Rui Antunes antecipa na VISÃO a Feira do Livro de Lisboa. A notícia inclui declarações de Miguel Pauseiro, presidente da APEL, entidade organizadora.

Também na VISÃO, a pretexto do seu mais recente livro Mais Além (Contraponto), Rui Tavares Guedes entrevista Gonçalo Cadilhe: “Isto está bom para os escritores viajantes, porque cada vez mais o planeta está a fechar-se em barreiras e preconceitos e nós somos necessários para propor uma outra maneira de ler o mundo”.

Boas leituras.

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