20 de Maio de 2026

Bom dia,

Esta manhã, na SÁBADO, pode ler uma entrevista de Sónia Bento a Francisco Moita Flores, que acaba de lançar Sangue e Silêncio no Poço dos Negros (Casa das Letras): “As piores pessoas que conheci foi na política”.

O SOFRIMENTO. Também para aquela revista semanal, Lucília Galha falou com Marta Segrelles, autora de Querida Mãe, Tu Magoas-me (Pergaminho).

E por falar em sofrimento, é preciso “(…) mais equipas, mais camas, novos incentivos e o reconhecimento oficial da medicina paliativa como uma especialidade”. A avó de Afonso Reis Cabral “está” numa petição em linha: é esse o tema da sua crónica desta semana para o JORNAL DE NOTÍCIAS.

O RECONHECIMENTO. Também no JN, uma breve para nos informar que a Leya vai homenagear António Lobo Antunes durante a Feira do Livro de Lisboa: “a evocação é no dia 6 de junho, às 18.30 horas, numa conversa que conta com a participação dos escritores Ana Margarida de Carvalho, Rodrigo Guedes de Carvalho e Rui Cardoso Martins.

E porque não há duas sem três, o JORNAL DE NOTÍCIAS tem ainda espaço para a crítica literária. Desta vez, Sérgio Almeida escreve sobre Perder o Juízo, de Ariana Harwicz (Elsinore, com tradução de Guilherme Pires): “(…) Há no seu relato quase ininterrupto um golpear constante das palavras, como se operasse uma tentativa de excisão de um mal que não contempla outras possibilidades além do corte e da rasura totais. (…)”.

No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas recorda o poeta José Alberto Oliveira e, depois, sugere Em busca, de Naguib Mahfouz (Caminho): “a sua escrita tem uma luz de pérola”.

A terminar a RIL de hoje, no PÚBLICO, lê-se que a iraniana Shaghayegh Moazzami, autora de Assombrada (Levoir), está entre os convidados do Maia BD. A notícia é de Isabel Coutinho.

Boas leituras.

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