
Bom dia,
ZAFÓN. Para a REVISTA E/ EXPRESSO, José Mário Silva foi a Barcelona visitar alguns dos locais mais emblemáticos de A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, “o maior bestseller em língua espanhola deste século”. O livro foi publicado há 25 anos.
ESTE SIM, É UM ACONTECIMENTO LITERÁRIO. Em boa hora se lembrou a Quetzal de lançar Anatomia da Melancolia, de Robert Burton, publicado em 1621. Um compêndio sobre “os tipos e as origens do mal melancólico com excelente humor involuntário”, escreve Pedro Mexia na REVISTA E/ EXPRESSO. A tradução é de Salvato Teles de Menezes.
AS SUGESTÕES. No WEEKEND, Manuel Falcão recomenda três livros: Pão de Anjos, de Patti Smith (Quetzal, com tradução de João Pedro Vala), A Mais Bela Maldição, de Rui Couceiro (Porto Editora), e Elogio da Leitura, de Marcel Proust (Guerra e Paz Editores, com tradução de Pedro Teixeira Neves); ainda no mesmo jornal, Marco Alves escreve sobre 1929, de Andrew Ross Sorkin (Lua de Papel, com tradução de João Carlos Silva), A Montanha Mágica, de Thomas Mann (Livros do Brasil, com tradução de Herbert Caro), e Os elementos de Marie Curie, de Dava Sobel (Temas e Debates, com tradução de Isabel Mafra); no IDEIAS/ EXPRESSO, Vítor Matos diz que anda a ler Auto dos Danados, de António Lobo Antunes (Dom Quixote).
AS ENTREVISTAS. A propósito de A última lição de Álvaro Siza Vieira (Contraponto), Patrícia Reis dá uma entrevista à VISÃO desta semana: “Fazer uma biografia é um trabalho insano. É um trabalho de pesquisa atroz, de andar atrás das pessoas. Não tenciono fazer mais nenhuma”; No ÍPSILON, Isabel Coutinho à conversa com Itamar Vieira Junior por causa do seu mais recente romance Coração sem medo (Dom Quixote): “A literatura devolve, ela é capaz de humanizar aquilo que foi desumanizado por tudo e por todos”.
O ENSAIO. Na VISÃO, Rui Couceiro assina um texto intitulado “A Europa, o Mundo e o Dia Mundial do Livro”: “Em 2026, a comemoração ganha especial importância, quando a maior potência global voltou a proibir livros, de autores como Gabriel García Márquez, Toni Morrison, George Orwell ou Margaret Atwood – ou seja, alguns dos mais importantes da história da literatura do último século”.
A OPINIÃO. Ana Bárbara Pedrosa escreve no IDEIAS/ EXPRESSO: “(…) Ainda sou do tempo, e ainda não tenho cabelos brancos, em que só as pessoas eram gays. Não percebo se por exigência do mercado, se por conforto social, se por preguiça intelectual, se por discriminação mascarada de aceitação, o epíteto gay chegou à literatura. (…)”.
AS CRÍTICAS. Isabel Lucas atribui quatro estrelas a Autobiografia da minha mãe, de Jamaica Kincaid (Alfaguara Portugal, com tradução de Alda Rodrigues); na REVISTA E/ EXPRESSO, Luís M. Faria dá quatro estrelas a Sete Rios, de Vanessa Taylor (Temas e Debates, com tradução de Ana Pinto Mendes); cinco estrelas de José Mário Silva para Diários de Viagem, de Matsuo Bashô (Assírio & Alvim, versões e introdução de Jorge Sousa Braga); quatro estrelas de Ana Bárbara Pedrosa a Autobiografia da minha mãe, de Jamaica Kincaid (Alfaguara Portugal, com tradução de Alda Rodrigues); e três estrelas de Carlos Leone a Delírios e sonhos na Gradiva de Jensen, de Sigmund Freud (Gradiva, com tradução de Joana Morais Varela); sem direito a estrelas, No fim está o meu começo, de Filipa Martins (Quetzal), e O Novo Agora, de Marcelo Rubens Paiva (Dom Quixote).
Boas leituras.
*