22 de Abril de 2026

Bom dia,

Ruy de Carvalho regressa hoje ao lugar onde se sente feliz: o teatro. Cecília Carmo entrevistou-o para o DIÁRIO DE NOTÍCIAS: “No palco, as doenças não existem. Tudo desaparece”.

No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas sugere a reedição de Doutor Fausto, de Thomas Mann (Dom Quixote). Na primeira parte da crónica, Viegas escreve sobre os 510 anos da morte de Cervantes, que se cumprem hoje.

Esta semana, Afonso Reis Cabral afirma-se prejudicado pela ficção dos agentes imobiliários. “(…) Eu bem queria que as minhas personagens vivessem em magníficos apartamentos com vista rio. Lá, poderiam fazer tantas coisas belas. Mas, se usasse as palavras de acordo com o dicionário dos anúncios imobiliários, o tal magnífico apartamento com vista rio significaria um emparedado exíguo de quinhentos mil euros com vista para uma nesga de qualquer azul que talvez seja água. (…)”. Para ler no JORNAL DE NOTÍCIAS…

…onde também está a crítica literária de Sérgio Almeida, desta vez a Adagia & outros aforismos, de Wallace Stevens (Assírio & Alvim, com tradução de Frederico Pedreira): “(…) Mais do que um mero compêndio de anotações dispersas, sem grande relação entre si, estes escritos acabariam por revelar-se decisivos para o enrobustecimento da sua visão poética e, por arrasto, do Mundo. (…)”.

Na SÁBADO, comece por ler a entrevista de Bruno Faria Lopes ao historiador António Araújo, autor da biografia sobre Cavaco Silva, distribuída com a revista; páginas à frente, a crónica de Gonçalo M. Tavares, que esta semana tem como título “O infinito é infinito e um tonto é um tonto”; e, por fim, na secção de livros, Ângela Marques escreve sobre Análise – notas do divã, de Vera Iaconelli (Companhia das Letras): “um ensaio daquela que normalmente só escuta”.

Boas leituras.

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