Na revista E/ EXPRESSO:
José Mário Silva dá cinco estrelas a O Bom Mal, de Samanta Schweblin (Elsinore, com tradução de Rita Graña):
(…) seis contos que nos mostram o reverso da normalidade através de súbitos rasgões no tecido liso da vida comum. (…)


A seguir, Pedro Mexia tem quatro estrelas para dar a Lavores de Ana, de Ana Cláudia Santos (Companhia das Letras); também quatro estrelas de Luís M. Faria para O Menino, de Fernando Aramburu (D. Quixote, com tradução de José Teixeira de Aguilar); Paulo Nóbrega Serra dá três estrelas a Nem Todas as Árvores Morrem de Pé, de Luísa Sobral (D. Quixote).



Sem direito a estrelas: Uma Questão De Beleza, de Zadie Smith (D. Quixote, com tradução de Manuel Cintra); A Noite Do Poder — A Traição Ao Médio Oriente, de Robert Fisk (Edições 70); José Mário Branco — Entrevistas Para A Imprensa, com org. de Ricardo Andrade, Hugo Castro e António Branco (Tinta-da-China); A Paz Das Colmeias, de Alice Rivaz (Antígona, com tradução de Inês Dias); A Escolha De Sofia, de William Styron (Livros do Brasil, com tradução de Fernanda Pinto Rodrigues); e Nem sempre a brincar, sr. Feynman!, de Richard P. Feynman (Gradiva).






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No IPSILON:
“Assim nascia um génio”, escreve José Riço Direitinho a propósito da reedição de A Família de Pascual Duarte, de Camilo José Cela (Quetzal, com tradução de Tomaz Ribas). Cinco estrelas.


Depois, António Rodrigues entrevista José Luís Mendonça, autor de Um Pássaro na Lua (Guerra & Paz).
A religião é uma ficção, cada um de nós é um Deus.


Na crítica desta semana, dois livros: Tradução e Tradutores em Portugal – Um contributo para a sua história (séculos XVIII-XX), de Teresa Seruya (Tinta-da-China). O texto é de Gustavo Rubim; e por Isabel Lucas, O Bom Mal, de Samanta Schweblin (Elsinore, com tradução de Rita Graña).


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No CORREIO DA MANHÃ:
Francisco José Viegas recomenda Sem Tréguas, de Stephen King (Bertrand). Sai em Maio.


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No WEEKEND/ NEGÓCIOS:
Esta semana, Lúcia Crespo entrevista o escritor venezuelano Rodrigo Blanco Calderón, autor do livro Simpatia (D. Quixote, com tradução de Helena Pitta):
(…) só depois de terminar o livro e de começar a editá-lo é que me apercebi de outras camadas de leitura. Por exemplo, foi uma surpresa perceber que o livro fala bastante de orfandade. Há muitos órfãos na história e há também uma reflexão sobre a família – temas sobre os quais não tinha pensado escrever. (…)


Fotografia: Tiago Sousa Dias (NEGÓCIOS).
Mais à frente, Manuel Falcão sugere hoje No Fio Inconstante dos Dias – Memórias de uma vida flutuante, de Shen Fu (Guerra & Paz, com tradução de Eugénia de Vasconcellos e Manuel S. Fonseca).

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Boas leituras.
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bom fim de semana !
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