
Bom dia,
O escritor João Pedro Vala conquistou um importante prémio nos Estados Unidos com o conto Inês. As breves estão no CORREIO DA MANHÃ e no JORNAL DE NOTÍCIAS, mas é neste último que vai encontrar também o texto de Afonso Reis Cabral. O autor de O Meu Irmão não se quis ficar por uma simples mensagem enviada ao amigo e decidiu escrever uma crónica: “(…) Não achei suficiente. Talvez o próprio tenha achado que bastava – mas, nisso, este meu amigo tem um defeito: é discreto, um bocado tímido, mais de conter do que extravasar. (…) Para se perceber a relevância do feito – além de mais nenhum escritor português o ter ganhado –, o prémio tem uma longa história de contemplar grandes escritores, entre os quais William Faulkner, Flannery O’Connor, Raymond Carver ou até Woody Allen. (…)”.
Ainda no JORNAL DE NOTÍCIAS, não pode perder a entrevista de Sérgio Almeida a Yrsa Sigurdardóttir, escritora islandesa que passou recentemente pelo Festival Literatura em Viagem, em Matosinhos: “Todos temos a capacidade de agir de forma terrível”.
E porque estamos com a mão na massa, mais três referências no JN: uma, a breve sobre o crescimento do mercado livreiro (3,5% no primeiro trimestre); outra, a crítica de Ricardo Jorge Fonseca a Guerra, de Louis-Ferdinand Céline (Livros do Brasil, com tradução de Diogo Paiva); e, por fim, algo para a sua agenda: Pedro Abrunhosa fala sobre a escrita, amanhã, às 18h30, na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto.
A terminar, dê um salto ao DIÁRIO DE NOTÍCIAS: Leonídio Paulo Ferreira escreve sobre A vida de Lazarillo de Tormes e suas fortunas e adversidades, anónimo, obra com o qual a Quetzal inicia a coleção “A Biblioteca de Alexandria”. De acordo com o seu editor, Francisco José Viegas, “o ponto de partida da coleção é este espírito: conservar as coisas essenciais do mundo antigo e do nosso tempo. Não é uma biblioteca dos grandes clássicos no sentido mais imediato. Vai tê-los, claro. Mas vai começar por textos que abriram caminhos, que celebram a invenção da literatura, a sua liberdade e pluralidade, o espírito da humanidade como ela foi e desejamos que um dia venha a sê-lo de novo”.
Boas leituras.
*