Bom dia

Passam hoje 120 anos sobre o nascimento da filósofa política alemã Hannah Arendt, autora de obras que marcaram o século XX, como As Origens do Totalitarismo (1951) ou Eichmann em Jerusalém. Francisco José Viegas recorda-a no CORREIO DA MANHÃ.

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PELA IMPRENSA EM PAPEL

Esta semana, no JORNAL DE NOTÍCIAS, Afonso Reis Cabral escreve sobre a morte em direto:

podemos juntar a grande multidão que assistiu à execução de Luís XVI a todas as outras multidões que, ao longo da história, assistiram à morte de alguém, que não chegaríamos à gigantesca multidão que se pode juntar dia 3 de Dezembro para assistir em directo e online ao fuzilamento de Nidal Malik Hasan, condenado pela morte de treze militares.

Na secção de Cultura do JN, Sérgio Almeida faz hoje a crítica a À Flor da Língua, de Gregório Duvivier (Tinta-da-China): “Ao criador da Porta dos Fundos interessam sobretudo as subtilezas da língua, aquelas nuances que escapam aos desatentos, mas são por vezes capazes de explicar melhor a alma de um povo do que incontáveis tratados científicos.”

Pela SÁBADO, Gonçalo M. Tavares. A crónica desta semana tem como título “Muito trabalho e pouco descanso”: “A obsessão pelo trabalho. Como se um Deus cristão tivesse sido substituído por um Deus da Produtividade. Em vez de: “Que pecados cometeste hoje?, a frase de reflexão ao fim do dia é: “O que produziste hoje?””.

Nas páginas dedicadas aos livos, a SÁBADO propõe-nos 5 obras para descobrir Anne Carson: Autobiografia do Vermelho (com tradução de João Concha e Ricardo Marques), Vidro, Ironia e Deus (com tradução de Tatiana Faia), e Homens nas Horas Vagas (com tradução de Rui Cascais Parada); na Edições 70, Eros, o Amargo e Doce; e na Companhia das Ilhas, Antigotriz.

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PELA IMPRENSA DIGITAL

O Labor da escrita e da maternidade na estreia literária de Catarina Barros (OBSERVADOR)

Germano Silva, o “homem-cidade” do Porto biografado por Mariana Correia Pinto (RTP)

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PELOS PODCASTS

Esta semana, Mariana Alvim conversa com Katie Kitamura, autora de Audição (Alfaguara, com tradução de Tânia Ganho).

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Até amanhã!

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Nelson Ferreira da Silva