
Bom dia,
Anne Carson é Nobel da Literatura de 2026. Desta vez, não houve surpresas: a escritora canadiana estava entre as favoritas a conquistar o tão desejado prémio. Carson sucede assim ao húngaro László Krasznahorkai, vencedor em 2025.
Prémio Nobel da Literatura 2026 para Anne Carson (PÚBLICO)
Anne Carson é Nobel da Literatura 2026 (EXPRESSO)
Nobel da Literatura 2026 atribuído à escritora canadiana Anne Carson (SOL)
Prémio Nobel da Literatura atribuído a Anne Carson (CORREIO DA MANHÃ)
Anne Carson sobre receber Nobel da Literatura: “Acho que estão todos loucos” (JORNAL DE NOTÍCIAS)
Nobel da Literatura atribuído à canadiana Anne Carson (DIÁRIO DE NOTÍCIAS)
Pelas edições impressas: “Anne Carson e a audácia de pôr em diálogo tradição clássica e literatura contemporânea”, por Helena Tecedeiro (DN); “A voz que resgatou os clássicos”, por Sérgio Almeida (JN); ” O Nobel de ontem faz parte da bênção ocasional, que, às vezes, faz coincidir as suas escolhas com o mistério da literatura. Sorte a nossa.”, escreve Francisco José Viegas (CM).
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O QUE (MAIS) SE LÊ NA IMPRENSA EM PAPEL
Como quase sempre acontece às sextas-feiras, o destaque vai para as críticas literárias. Na REVISTA E/ EXPRESSO, Ana Bárbara Pedrosa dá quatro estrelas a John, filho de John, de Douglas Stuart (Alfaguara, com tradução de Nuno Quintas); três estrelas de Pedro Mexia para Cartas ao Capitão Nemo, de Antonio Tabucchi (D. Quixote, com tradução de Ana Cláudia Santos); e José Mário Silva atribui quatro estrelas a Os Infinitesimais, de Jaime Freire (Língua Morta).
No ÍPSILON, Isabel Lucas dá quatro estrelas e meia a Matamos Stella e Outros Contos, de Marlen Haushofer (Antígona, com tradução de Gilda Lopes Encarnação).
Ainda pelo ÍPSILON, três entrevistas a não perder: a primeira, de Isabel Lucas a Abel Barros Baptista (“Eu não posso fazer o que quero, porque isso era o que eu fazia”); a segunda, de José Riço Direitinho a Karina Sainz Borgo (“Quis desenhar um atlas da dor, da capacidade de atormentar os outros”); e, a terceira, de Pedro Rios ao psicólogo João Sevilhano (“Num mundo cheio de tretas, “já não interessa o que é profundo ou não é””).
Não feche o ÍPSILON sem ler o artigo de opinião de Isabel Lucas sobre a polémica literária do momento em França: a suspeita de que Thélyson Orélien terá usado a IA para escrever C’était ça ou mourir, livro que até há pouco estava entre os candidatos ao Goncourt deste ano.

No WEEKEND/ NEGÓCIOS, Capicua dá uma entrevista a Filipa Lino sobre Herbário (Nuvem de Letras), o seu terceiro livro infantil: “Estamos a deixar que os gurus da masculinidade tóxica eduquem os nossos rapazes”
Regresse ao EXPRESSO para ler o obituário de Jeffrey Archer, escrito por Carla Quevedo: “o ficcionista credível”…
… mas também o texto de António Carlos Cortez sobre o editor Vitor Silva Tavares, “um fazedor de livros que são arte“.
Na VISÃO, que foi ontem para as bancas, não perca a entrevista de José Fialho Gouveia a Niklas Frank, jornalista, filho de criminoso de guerra nazi e autor do livro O Meu Pai – Uma Vingança (Zigurate):
Se Hitler tivesse dirigido aquelas frases cruéis não contra os judeus, mas contra os portugueses, o meu pai teria dito exatamente as mesmas coisas, com a mesma crueldade, sobre matar portugueses

Também na VISÃO, Rosa Ruela escreve sobre Cartas ao Capitão Nemo, o romance de Antonio Tabucchi que permaneceu inédito durante décadas, e que vê agora a luz do dia. A edição é da Dom Quixote.
Também na VISÃO, Rosa Ruela escreve sobre Cartas ao Capitão Nemo, o romance de Antonio Tabucchi que permaneceu inédito durante décadas, e que vê agora a luz do dia. A edição é da Dom Quixote.
Mais à frente, poderá ler as seis páginas dedicadas a Germano Silva, numa altura em que chega às livrarias a biografia do jornalista e historiador, escrita por Mariana Correia Pinto: Um Dia Vais Ter Tudo (Porto Editora).
No JORNAL DE NOTÍCIAS: “Lucky Luke vai festejar 80 anos no festival Amadora BD”.
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PELA IMPRENSA DIGITAL
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PELA FÓLIO
O destaque da programação de hoje do Festival Literário de Óbidos vai para a apresentação dos seguintes livros, sempre na Livraria Artes & Letras: às 15h00, Geografia da Sombra, de Maria João Cantinho, Cinzas & Sudário, de Aurelino Costa, Quem rasgou os meus lençóis de linho, de Dora Gago; às 16h30, Silêncio Branco (Prémio Ulysses 2025), de Teresa Machado e A Beleza da Queda, de João Rasteiro; às 18h00, Viagem aos Confins & Volta, de António Cabrita, A brutalidade do movimento conjugado, de Carla Pais, Contra Corvos, de Elisa Costa Pinto; às 19h30, Do tempo, um passo, de Lauren Mendinueta, e Manuscrito de Alexandria, de André Gago.
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PELOS PODCASTS

A escritora Bonnie Garmus, autora do bestseller Lições de Química (Asa), deu uma entrevista a Elizabeth Day, para o podcast How To Fail.

James Marriott, autor de The New Dark Ages – The Death of Reading and the Dawn of the Post-Literate Society, à conversa com Henry Oliver, no podcast The Common Reader.
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PELA IMPRENSA INTERNACIONAL
Le combat du traducteur Olivier Mannoni contre la dérive fasciste de la langue (LE MONDE)
Agate Head / Stone Soup by Patricia Lockwood review – a gem of a collection (THE GUARDIAN)
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AGENDA

Vários Nomes Para Julieta, o novo livro de Ana Cristina Silva, será lançado no dia 17 de outubro (sábado), às 16h na Livraria Almedina Rato. A sessão contará com a presença da autora e convidados.
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Para o final, regresso aos jornais em papel para citar Rui Zink, no CORREIO DA MANHÃ:
A Academia Sueca lê inglês. Depois alemão e francês. Talvez também sueco, dado que são suecos, mas não ponho as mãos no fogo. Não lê ‘línguas menores’. A nossa não é menor em falantes, só não é ‘de poder’. São muitos anos a dar tiros no pé. Nunca entendi porquê. É linda.
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Bom fim-de-semana!


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