
Bom dia, bom feriado.
Aqui estão os destaques literários da imprensa desta desta-feira:
REGINA. Longa (e bela) entrevista de Isabel Lucas a Regina Guimarães, que se prepara para lançar mais um livro, Caderno das Clareiras (Exclamação). Para ler no ÍPSILON: “A magia que é preciso inventar para fazer do quotidiano uma coisa sublime é um dispêndio de energia muito grande”.
“Como se escreve um bestseller” é o mote para a reportagem de Luciana Leiderfarb na REVISTA E/ EXPRESSO. Inclui declarações de António Cabrita, Miguel Pauseiro, Humberto Brito, Paulo Ferreira e Ricardo Antunes.
Na mesma REVISTA E/ EXPRESSO vai encontrar o texto de Paulo André Cecílio sobre autobiografia Trinta anos a monte: a minha vida punk, de Gilles Bertin (Chili com Carne, com tradução de António Pedro Marques). O livro está igualmente no IPSILON, numa peça assinada por Mário Lopes.
NOVO LIVRO. Filipa Martins está de regresso com um novo romance, No meu fim está o meu começo (Quetzal), e dá uma entrevista a Rui Tavares Guedes, na VISÃO: “Se aquilo que eu escrever conseguir pôr alguém a pensar, especialmente se for de uma geração mais jovem, atualmente desequilibrada, então já tenho a missão cumprida. Não acho que vá mudar o mundo, mas é isso que me faz levantar todos os dias”.
AS SUGESTÕES. No WEEKEND/ NEGÓCIOS, Manuel Falcão sugere três livros: Não Podes Fugir, Não Podes Esconder-te, de Yrsa Sigurdardóttir (Quetzal, com tradução de Maria José Figueiredo), Como Ler Uma Árvore, de Tristan Gooley (Pergaminho, com tradução de Michele Amaral), e A Árvore da Vida, de Max Telford (Temas e Debates); no mesmo jornal, Marco Alves escreve sobre outrs três livros: Um Pequeno Romance Lúmpen, de Roberto Bolano (Cavalo de Ferro), O Nome da Rosa, de Umberto Eco (Gradiva), e Susan Sontag – a entrevista completa da Rolling Stone, de Jonathan Cott (Quetzal); no CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas recomenda Brevíssima História da Revolução dos Cravos, de Luís Nuno Rodrigues (Edições tinta-da-china); no IDEIAS/ EXPRESSO, a jornalista Anabela Campos diz que anda a ler A rota das especiarias, de Roger Crowley (Presença, com tradução de João Cardoso).
AS CRÍTICAS. Na REVISTA E/ EXPRESSO, José Mário Silva dá quatro estrelas a Audição, de Katie Kitamura (Alfaguara, com tradução de Tânia Ganho); quatro estrelas de Ana Bárbara Pedrosa para LX90, a Lisboa em que tudo é possível, de Joana Stichini Vilela e Pedro Fernandes (Dom Quixote); cinco estrelas de Pedro Mexia para Perder o Juízo, de Ariana Harwicz (Elsinore, com tradução de Guilherme Pires); e quatro estrelas de Paulo Nóbrega Serra para Debaixo de água, de Tara Menon (Livros do Brasil, com tradução de Tânia Ganho); sem direito a estrelas: Pão de Anjos, de Patti Smith (Quetzal, com tradução de João Pedro Vala), e O diabo está nos detalhes, de Leila Slimani (Alfaguara, com tradução de Tânia Ganho). No ÍPSILON, Mário Santos dá três estrelas e meia a Agarrar a Faca pelo Gume, de Inês Bernardo (Edições tinta-da-china), e Hugo Pinto Santos atribui cinco estrelas a Crepúsculo no Outono, de Georg Traki (Assírio & Alvim, com tradução de João Barrento).
CAMÕES, 500 ANOS. O JORNAL DE NOTÍCIAS tem vindo a publicar uma série de depoimentos sobre o autor de Os Lusíadas. Hoje é a vez de Helena Carvalhão Buescu: “Camões tornou-se um herói dentro do seu próprio poema”.
Boas leituras.
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