11 de Setembro de 2025

AS ENTREVISTAS

“Uma criança não tem de ser medicada para ficar calada e quieta na sala de aula”. Quem o afirma é Patrícia Baptista Coelho, autora do livro Memórias felizes e inquietações de uma professora (Redcherry). Foto de Bruno Colaço || SÁBADO

Vanda Marques esteve à conversa com Lyndsey Stonebridge a propósito da nova biografia sobre Hannah Arendt, Somos Livres para Mudar o Mundo (Temas e Debates, com tradução de Artur Lopes Cardoso): “O verdadeiro poder não é a violência e não está em Trump nem em Putin” || SÁBADO

“Natália Correia sofreu uma espécie de assassinato”, diz Rosa Coutinho Cabral, a cineasta de A mulher que morreu de pé || JORNAL DE NOTÍCIAS

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AS NOTÍCIAS

“Rentrée da Bertrand Editora: Mais Agualusa e José Luís Peixoto” || CORREIO DA MANHÃ

“Prémio literário de ficção científica para Filomena Costa” || JORNAL DE NOTÍCIAS

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AS CRÍTICAS

Sofia Parissi escreve sobre a novela gráfica Manda msg quando chegares, de RGB (Iguana): “Novela gráfica denuncia casos de assédio sexual às mulheres – Uma compilação de histórias reais” || SÁBADO

Uma página para Pier Vittorio Tondelli e o seu Quartos Separados (Clube do Autor). O texto é de Vanda Marques || SÁBADO

“Como revisitar a herança de Natália Correia em forma de documentário cinematográfico? Talvez arriscando um pouco de ficção — é isso que acontece em A Mulher que Morreu de Pé, de Rosa Coutinho Cabral, a partir de hoje em várias salas.”. Texto de João Lopes || DIÁRIO DE NOTÍCIAS

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O ELOGIO

Luís Osório afirma que “Dina Aguiar merece mais do que uma nota de rodapé. (…) Dina Aguiar tem 72 anos, parece mentira. Continua ativa, a pintar e apaixonada. Mantém-se jovem e, infelizmente, a RTP não poderá renovar o contrato por estar já em idade de reforma. Uma pena que não possam existir exceções. (…)” || JORNAL DE NOTÍCIAS

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O AVISO

(…) há que desafiar ideias feitas e encontrar formas de chegar a novos públicos. É preciso reinventar o nosso modelo de negócio e tirar proveito de todo o potencial da tecnologia, mas sem nunca esquecer quem somos, porque existimos e qual a nossa missão, que é informar com independência e escrutinar os diferentes poderes, cumprindo assim uma missão que é essencial para a democracia. Esta é, de resto, a melhor resposta possível aos novos “bárbaros” e aos agentes do caos e do obscurantismo: procurar fazer bom jornalismo.

Filipe Alves || Editorial do DIÁRIO DE NOTÍCIAS

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AS SUGESTÕES DE LIVROS NA REVISTA VOLTA AO MUNDO

  • A ilha da mulher adormecida, de Arturo Pérez-Reverte (Edições Asa);
  • Esta estranha e acidentada história, de Claire Messud (Edições Asa);
  • A vingança do ponto de viragem, de Malcolm Gladwell (D. Quixote); e
  • Na hora da minha morte, de Sebastian Junger (Leya).

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Boas leituras.

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Boas leituras.

Nelson Ferreira da Silva