18 de Março de 2025

No CORREIO DA MANHÃ:

“Astérix e Obélix pela primeira vez em Portugal – Dupla gaulesa vai viver a sua nova aventura na antiga Lusitânia para ajudar um escravo. Autores fizeram viagem ao nosso país para contactar de perto com os elementos culturais”.

Francisco José Viegas continua a recomendar o Japão. Desta vez, O Pôr do Sol Nascente, de Osamu Dazai (Presença, com tradução de Manuel Alberto Vieira).

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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:

Guilherme d´Oliveira Martins escreve sobre Camilo Castelo Branco:

Os temas multiplicam-se, parecendo as novelas “querer demonstrar que sucedem casos incríveis”. E como acontece no Retrato de Ricardina, num volte-face , “venceu a verdade, onde, já agora e tão somente, lhe é permitido vencer – nas novelas”. Mais do que romântico, Camilo foi um retratista único da sociedade que o gerou e em que viveu. Eis por que a sua leitura continua a ser necessária.

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No JORNAL DE NOTÍCIAS:

“Finalmente, Astérix vem visitar Portugal – Novo livro sai em outubro e passa-se na Lusitânia. Criador original Uderzo “estava genuinamente grato aos portugueses”, revela a tradutora ao JN”.

Para a sua agenda: “O ciclo “Vozes de mulheres”, iniciativa da Fundação José Saramago, arranca hoje, às 18.30 horas. O programa destaca quatro livros de quatro autoras em encontros que debaterão temas que devem importar-nos a todos. A primeira sessão analisará a obra Mulheres de Abril, de Maria Teresa Horta, escritora que faleceu no dia 4 de fevereiro.”.

Fotografia: https://ami.org.pt/blog/entrevista-a-maria-teresa-horta/

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No PÚBLICO:

“O cronista do fim das ilusões” é o título que José Riço Direitinho escolheu para o obituário de Dag Solstad, escritor norueguês que faleceu na passada sexta-feira.

(…) Em 2018, em conversa com o Ípsilon, no âmbito de um dos maiores festivais literários da Escandinávia, Solstad dizia: “Os meus livros já não são políticos, apesar de obviamente a política lá estar. Nos últimos romances, a minha única ideia política é a de não se poder confiar no capitalismo.” Ainda na mesma entrevista, o autor defendia que “um escritor não tem nenhuma obrigação política de se expressar, nem um professor nem um médico. Mas numa sociedade democrática, quanto maior o número daqueles que se expressam, melhor.” (…).

Fotografia: https://www.theguardian.com/books/2025/mar/17/norwegian-writer-dag-solstad-dies-aged-83

“Nova BD de Astérix e Obélix passa-se na antiga Lusitânia e sai em Outubro – Astérix na Lusitânia, o 41.º álbum da dupla, chega às livrarias portuguesas a 23 de Outubro”.

No Guia Leituras desta terça-feira, seis propostas:

Vuyazi Magazine, edição bilingue em português e inglês; O Livro Da Sabedoria Islandesa, de Hrund Gunnsteinsdóttir (Casa das Letras); Morramos ao Menos no Porto, de Francisco Mota Saraiva (Quetzal); Mania, de Lionel Shriver (Minotauro); e Elvira Fortunato – Uma vida de paixão pela ciência, de Virgílio Azevedo (Bertrand); e para a agenda: começa hoje e termina no domingo mais uma edição da Feira do Livro de Poesia no Quartel de Campo de Ourique, em Lisboa.

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Boas leituras.

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Nelson Ferreira da Silva