
Bom dia,
Esta manhã, no JORNAL DE NOTÍCIAS, poderá ler a crítica de Sérgio Almeida ao novo livro de Itamar Vieira Junior, Coração sem medo (Dom Quixote): “(…) O poder do território sobre a vida de quem os habita é, uma vez mais, uma tese que Itamar explora com sageza, ciente de que a ligação ao habitat do qual somos originários ( ou com o qual mais nos identificamos) é superior até a eventuais ruturas. (…)”.
No DIÁRIO DE NOTÍCIAS, Carla Alves Ribeiro entrevista António Pinto Ribeiro, autor de O poder da cultura – questões permanentes (Temas e Debates): “É muito mediana a produção artística em Portugal”.
Francisco José Viegas sugere, no CORREIO DA MANHÃ, A Última Lição de Álvaro Siza Vieira, de Patrícia Reis (Contraponto), que sai amanhã.
Na SÁBADO, a crónica desta semana de Gonçalo M. Tavares tem como título “A lua, a lua – beleza e poder”: “(…) A nave espacial arranca na vertical e vai por aí fora, esquecendo-se, pelo menos durante uns tempos, e muitas vezes para sempre, de aterrar (…)”; páginas à frente, Sofia Parissi escreve sobre À espera de um lugar sentado, de Francisco Guimarães (Glaciar).
Ainda a propósito da polémica em torno da revisão das aprendizagens essenciais de Português, vale a pena ler o texto de Nuno Artur Silva no PÚBLICO: “(…) Cada livro que lemos pode vir a ser inspirador, decisivo e fundamental na nossa vida. O que se deve aprender na escola não é qual é esse livro, não é nenhum livro em particular, mas quão inspirador, decisivo e fundamental é ler. (…)”.
Boas leituras.
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