27 de Março de 2026

Bom dia, Vossas Excelências,

Se pensa que estou a gozar, é assim que vos trato. Eu e Francisco José Viegas, que admite o mesmo na sua crónica de hoje no CORREIO DA MANHÃ: “não gosto de ser tratado por tu por uma marca americana de café ou por uma loja online de eletrodomésticos”.

E já agora, fiquem Vossas Excelências a saber que não haverá RIL para a próxima semana, que aqui o CEO vai de férias.

Agora sim, vamos lá:

A ENTREVISTA I. Esta semana, para o WEEKEND/ NEGÓCIOS, Lúcia Crespo conversa com Gabor Maté, autor de livros como Mentes Dispersas (Penguin) e O Mito do Normal (Lua de Papel): “Todos podemos ser Jesus ou Hitler”.

A ENTREVISTA II. Na VISÃO, não pode perder a entrevista de Rui Tavares Guedes a Islam Issa, autor de Alexandria – A cidade que mudou o mundo (Presença): “Foram os primeiros académicos da Grande Biblioteca de Alexandria que provaram que a Terra não é plana. Sem eles não haveria máquinas a vapor, moinhos de vento, anos bissextos, geometria nem pontuação”.

A ENTREVISTA III. “Devo ser má pessoa: vibro quando o mundo está num cataclismo”, disse Rui Zink a Luís Ricardo Duarte a propósito de Olga salva o mundo (Porto Editora). O jornalista dá-lhe quatro estrelas. Para ler no ÍPSILON.

A ENTREVISTA IV. Para o IDEIAS/ EXPRESSO, Catarina Maldonado Vasconcelos falou com Ricardo Alexandre, autor do livro Tudo sobre o Irão (Ideias de Ler), que recebe três estrelas de Luís M. Faria na REVISTA E/ EXPRESSO: “falta-lhe edição e revisão”.

AS SUGESTÕES. No CORREIO DA MANHÃ, Francisco José Viegas recomenda O Primeiro Fascista, de Sergio Luzzatto (Livros Zigurate); no WEEKEND/ NEGÓCIOS, Manuel Falcão sugere três livros: O Poder da Cultura, de António Pinto Ribeiro (Temas e Debates), Tribal, de Michael Mortis (Temas e Debates), e Espinosa – o Messias da Liberdade, de Ian Buruma (Quetzal); ainda pelo mesmo suplemento, Marco Alves escreve sobre Partida, de Julian Barnes (Quetzal), A Piada Infinita, de David Foster Wallace (Quetzal), e Os desorientados, de Amin Maalouf (Marcador); no IDEIAS/ EXPRESSO, ficamos a saber que João Pedro Barros anda a ler Agarrar a faca pelo gume, de Inês Bernardo (Edições tinta-da-china).

A EFEMÉRIDE. Luís de Sttau Monteiro nasceu há 100 anos e é recordado por José Jorge Letria num artigo para a REVISTA E/ EXPRESSO.

APRENDER. Na VISÃO, Luísa Ferreira Nunes assina um texto a propósito do seu livro Lições da Natureza – Como o mundo natural nos ajuda a resolver os problemas humanos (Contraponto).

A MELHORIA. “Obras na Biblioteca do Porto arrancam no verão”, lê-se no JORNAL DE NOTÍCIAS.

AS CRÍTICAS. No ÍPSILON, Pedro Rios dá quatro estrelas a Procura Nada, de Eduardo Brito (Cutelo), com quem conversou; também no suplemento do PÚBLICO, Helena Vasconcelos atribui quatro estrelas a O Lugar da Incerteza, de Patrícia Reis (Companhia das Letras); na REVISTA E/ EXPRESSO: António Cabrita dá cinco estrelas a Agarra que é ladrão! – Anarquismo e Filosofia, de Catherine Malabou (Barco Bêbado, com tradução de Luís Lima); quatro estrelas de Ana Bárbara Pedrosa para Uma Longa Viagem com Lídia Jorge, de João Céu e Silva (Contraponto); também quatro estrelas, mas de Luísa Mellid-Franco para Agarrar a faca pelo gume, de Inês Bernardo (Edições tinta-da-china); sem direito a estrelas: Esse lugar, de Berta Dávila (Penguin), e A vida de Lazarillo de Tormes, anónimo (Quetzal).

A BREVE. Também no JN: “A escritora indiana Arundhati Roy é uma das seis finalistas ao Women’s Prize de não ficção, com o livro Meu abrigo, minha tempestade, numa lista “excecional”, que inclui Lyse Doucet, Ece Temelkuran, Daisy Fancourt, Judith Mackrell e Jane Rogoyska. Estas mulheres foram escolhidas a partir de uma lista de 16 nomeadas ao prémio.”

Boas leituras.

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