
Bom dia,
COMECEMOS POR UM ROUBO. Num artigo para o DIÁRIO DE NOTÍCIAS, João Caupers conta a história da “subtração” de livros da biblioteca do Centro Cultural Português na Guiné-Bissau. Vale a pena espreitar.
A CRÍTICA. Berta Dávila, autora de Esse Lugar (Penguin), “é a voz do momento na literatura galega”, escreve Ângela Marques na SÁBADO.
A ENTREVISTA. Também para a SÁBADO, Susana Lúcio conversou com o pediatra Billy Garvey, autor de 10 coisas que vale a pena saber sobre a saúde mental do seu filho (Presença): “Não há crianças más, há sempre uma razão para o mau comportamento”.
A SUGESTÃO. Francisco José Viegas recomenda hoje, no CORREIO DA MANHÃ, O Poder da Cultura, de António Pinto Ribeiro (Temas e Debates): “fala de questões do nosso tempo – sem lugares-comuns e com vontade de iniciar um debate sobre esses temas e as suas identidades.”.
UMA QUESTÃO DE DEDOS. A crónica desta semana de Gonçalo M. Tavares na SÁBADO tem como título: “O dedo que começa nem sempre é o dedo que acaba”.
AINDA ZAMBUJAL. Ricardo Santos assina o obituário do “bom malandro” na SÁBADO: “Escritor, jornalista e comunicador. Morreu o homem do sorriso constante e do humor inteligente. Com um estilo incisivo e direto, revolucionou a imprensa, a rádio e a televisão em Portugal”.
Boas leituras.
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