4 de Março de 2026

Bom dia,

Gonçalo M. Tavares venceu o Prémio Formentor. É o primeiro português a receber o galardão, atribuído pela fundação espanhola com o mesmo nome, “considerada uma antecâmara para o Nobel da Literatura”, lê-se no CORREIO DA MANHÃ. A notícia está igualmente no JORNAL DE NOTÍCIAS e no PÚBLICO. Por ser quarta-feira, o escritor está também na SÁBADO, com a sua crónica, que desta vez se intitula “Silicon Valley recebe um dos seus gurus – a inteligência junta-se à tecnologia”.

Na SÁBADO, Lucília Galha escreve sobre mulheres cientistas caídas no esquecimento a propósito do livro O Efeito Matilda, de Filipa Almeida Mendes (Oficina do Livro).

No espaço de crítica da SÁBADO, Nuno Miguel Guedes diz que Partida, de Julian Barnes (Quetzal Editores, com tradução de Salvato Teles de Menezes) é uma obra “fascinante”. No JORNAL DE NOTÍCIAS, José Miguel Gaspar recupera dois livros para compreender o Irão: Persépolis, de Marjane Satrapi (Bertrand Editora), e O xá dos xás, de Ryszard Kapuscinski (Livros do Brasil).

Ainda pelo JORNAL DE NOTÍCIAS, Afonso Reis Cabral chega a uma conclusão sobre o tipo de bicho que terá sido Jeffrey Epstein.

A polémica do momento: “Cerca de 40 editoras independentes acusam a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), organizadora da Feira do Livro de Lisboa, de favorecer grandes grupos editoriais, atacar a diversidade literária e a liberdade de circulação.”. A notícia está no CORREIO DA MANHÃ.

Também no CORREIO DA MANHÃ: a crónica de Francisco José Viegas versa sobre a fatwa emitida por Khomeini contra Salman Rushdie por causa de Os Versículos Satânicos. Depois, o editor sugere um novo poeta, Bernardo Maria Salgado, que lança este mês 77 Sonetos para um Ensaio-Geral (Assírio & Alvim).

Não me despeço, no entanto, sem vos dar conta, via CORREIO DA MANHÃ, que Judite de Sousa “está agora totalmente focada na sua carreira como escritora” e apresentará em breve o livro A arte de curar a alma (Penguin).

Boas leituras.

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