13 de Fevereiro de 2026

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No PÚBLICO:

Na crónica de hoje, Miguel Esteves Cardoso versa sobre o “trauma das más leituras” e avança com uma proposta: “(…) Seria difícil, mas extremamente proveitoso, construir-se um questionário online em que se dessem a ler os mais variados trechos de tudo o que o ser humano escreveu e publicou, para que cada interessado pudesse provar as diferentes variedades de prosa, de forma a descobrir as suas particulares compatibilidades. Seria um Tinder, mas para material de leitura (…)”

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No ÍPSILON:

Bartolomeu Marçal Grilo entrevista o historiador Mark Lilla, autor de Ignorância e Felicidade (Edições 70, com tradução de Ricardo Mangerona): “Ainda não aprendemos a viver vidas felizes”.

Na crítica, Samuel Alemão dá três estrelas e meia a Cais do Sodré – Das Tavernas de Marinheiros à Revolução Jamaica e Tokyo, de João Macdonald (com Guiomar Belo Marques) (Edições tinta-da-china); quatro estrelas e meia de José Riço Direitinho para Os Lobos da Floresta da Eternidade, de Karl Ove Knausgard (Relógio D’Água, com tradução de João Reis).

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No IDEIAS/ EXPRESSO:

Pedro Cordeiro, editor de Internacional do Expresso, anda a ler Vénus em Chamas, de Pedro Vieira (Penguin).

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Na REVISTA E/ EXPRESSO:

Rui Miguel Abreu escreve sobre Cais do Sodré – Das Tavernas de Marinheiros à Revolução Jamaica e Tokyo, de João Macdonald (com Guiomar Belo Marques): “Um novo livro oferece o mais apurado retrato do boémio bairro lisboeta através dos séculos, da pândega pós-Descobrimentos aos anos em que marinheiros, prostitutas, artistas e gente comum se cruzaram nas pistas de dança”.

Na crítica: cinco estrelas de Luís M. Faria para Jane Austen – Uma biografia, de Claire Tomalin (Relógio D’Água, com tradução de José Miguel Silva); zero estrelas de Jorge Reis-Sá para Com amor, Freddie, de Lesley-Ann Jones (Marcador, com tradução de Ana Lourenço); Pedro Mexia dá quatro estrelas para Abandono Vigiado, de Alexandre O´Neill (Assírio & Alvim); Ana Bárbara Pedrosa tem três estrelas para dar a Horas Azuis, de Bruna Dantas Lobato (Companhia das Letras). Sem direito a estrelas: Tudo na natureza apenas continua, de Yiyun Li (Alfaguara, com tradução de Alda Rodrigues); e O que é a filosofia?, de José Ortega y Gasset (Bertrand Editora).

A fechar, Pedro Mexia escreve esta semana sobre o novo livro de Adam Phillips, The Life You Want.

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No CORREIO DA MANHÃ:

Francisco José Viegas: “A Asa lançou uma nova coleção, A Escolha da Editora, que começa com E. M. Forster e o belo Maurice, e que há de ter Somerset Maugham ou David Lodge. Parabéns!”.

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No WEEKEND/ NEGÓCIOS:

Filipa Lino entrevista o gestor Carlos Tavares a pretexto da autobiografia Um piloto no coração da tempestade (Manuscrito).

Esta semana, Manuel Falcão sugere Partida, de Julian Barnes (Quetzal Editores, com tradução de Salvato Telles Menezes); A Mitologia de A a Z, de Luc Ferry (Guerra e Paz Editores, com tradução de Joana Baudouin); e A Odisseia de Homero, novela gráfica de Gareth Hinds (Bertrand Editora).

Na última página, Marco Alves escreve sobre A Cortina – ensaio em sete partes, de Milan Kundera (Dom Quixote).

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Boas leituras.

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