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No ÍPSILON:
Luís Ricardo Duarte entrevista Rui Lage e dá cinco estrelas a dois livros recentes: Física Espiritual e Adeus, Campos Felizes (org.), ambos pela Assírio & Alvim: “A ciência aponta para a nossa insignificância cósmica – e a das palavras”.
António Guerreiro entrevistou McKenzie Wark em Outubro, durante o MIL Festival 2025, a propósito do seu livro Raving (Orfeu Negro, com tradução de Nuno Quintas): “A inteligência artificial está a construir uma infra-estrutura maciça, sem precedentes, de informação que leva o poder de controlo até ao máximo limite”.
Outra entrevista, desta vez de Pedro Rios a Violaine Bérot, autora de Como Animais (Antígona – Editores Refractários, com tradução de Luís Leitão): “Quando observo os animais, compreendo melhor os homens”.
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No IDEIAS/ EXPRESSO
Na crónica desta semana, Rodrigo Guedes de Carvalho anuncia um novo livro: “(…) No novo romance que terminei esta semana e que (espero) verá a luz das livrarias na Primavera movo-me, mais uma vez aflito, nas areias movediças da pergunta das perguntas, que abafa e imobiliza todas as outras. Sim, esta é a pergunta. De onde vem ele? Este Mal?”.
O editor executivo do semanário, João Silvestre, anda a ler A Inteligência Natural & a Lógica da Consciência, de António Damásio (Temas e Debates); Os nomes da Feliza, de Juan Gabriel Vásquez (Alfaguara Portugal, com tradução de Guilherme Pires); e Crisis Cycle: challenges, evolution and the future of the Euro, de John Cochrane, Luis Garicano e Klaus Masuch.
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Na REVISTA E/ EXPRESSO
“A suave saída” de Julian Barnes. Texto de José Mário Silva sobre Partida, o último livro do escritor inglês (Quetzal Editores, com tradução de Salvato Teles de Menezes).
Na crítica, Pedro Mexia dá cinco estrelas a Contos completos, de Ernest Hemingway (Livros do Brasil, com tradução de Alexandre Pinheiro Torres, Fernanda Pinto Rodrigues, José Correia Ribeiro, José Lima e Virgínia Mota); Luís M. Faria atribui quatro estrelas a A Máquina de Fazer Ganhar as Direitas, de Yves Citton (Edições 70, com tradução de Pedro Elói Duarte); Paulo Nóbrega Serra tem cinco estrelas para o ensaio A escrita do outro, de José Vieira (Edições tinta-da-china); também cinco estrelas tem José Guardado Moreira para Tarântula, de Eduardo Halfón (Dom Quixote, com tradução de J Teixeira de Aguilar). Sem direito a estrelas: O vento que arrasa, de Selva Amada (Dom Quixote); e Relatividade, de Albert Einstein (Bertrand Editora).
Não perca a reportagem de Inês Loureiro Pinto sobre a arte de encadernar: “Com maquinaria do século XIX, conhecimento do século XX e técnicas que se reinventa, todos os dias, com espaço folgado para a experimentção, nestas oficinas reinventa-se a arte secular”
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No WEEKEND/ NEGÓCIOS:
Lúcia Crespo entrevista Mark Lilla, autor de Ignorância e felicidade (Edições 70): “A palavra fascismo está a ser usada de forma tão indiscriminada que já não tem o poder que tinha”.
Esta semana, Manuel Falcão sugere três livros: Love Song, de Álvaro Rosendo (Edições tinta-da-china); Impensável – Uma extraordinária viagem pelos cérebros mais estranhos do mundo, de Helen Thomson (Temas e Debates, com tradução de Artur Lopes Cardoso); e Relatividade, de Albert Einstein (Bertrand Editora, com tradução de Maria Rita Furtado).
Marco Alves escreve sobre o ensaio Transparência na Vida Pública, de Susana Coroado (Fundação Francisco Manuel dos Santos).
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No JORNAL DE NOTÍCIAS:
“É já amanhã, às 17.30 horas, na Fnac do NorteShopping, o lançamento do primeiro livro de Eduarda Maia. Intitulado “A travessia do medo”, narra na primeira pessoa uma história de cancro da mama. Além da autora, a sessão conta com vários convidados que a acompanharam de perto durante o tratamento da doença.”.
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Na VISÃO:
Rui Tavares Guedes entrevista Lesley Downer, autora de A Mais Breve História do Japão (Presença): “As artes marciais ensinam os japoneses a ser como o bambu, que se dobra, mas não se parte quando está carregado de neve. Quando a neve desaparece, volta a erguer-se. Em vez de ripostar, o melhor é aceitar as dificuldades”.
A cantora Carolina de Deus recomenda Tudo é rio, de Carla Madeira (Particular).
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Boas leituras.
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