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Na REVISTA E/ EXPRESSO:
Uma lista de livros que estão a chegar – ou que já estão aí: “Contos completos” e “Um pequeno romance lúmpen”, ambos de Roberto Bolano (Cavalo de Ferro); “Carne”, de David Szalay (Relógio D’Água); “Partida”, de Julian Barnes (Quetzal Editores); “Crepúsculo de Outono”, de Georg Trakl (Assírio & Alvim); “Triunfo do Triunfo”, de Luísa Costa Gomes (Dom Quixote); “O tango de Satanás”, de Lázsló Krasznahorkai (Cavalo de Ferro); “Um homem que dorme”, de Georges Perec (Antígona – Editores Refractários); “Perder o juízo”, de Ariana Harwicz (Elsinore); “The collected prose”, de Sylvia Plath (Relógio D’Água); “O inferno musical”, de Alejandra Pizarnik (Sr Teste); “Física Espiritual”, de Rui Lage (Assírio & Alvim); “O fascismo nunca existiu” e “O labirinto da Saudade”, ambos de Eduardo Lourenço (Gradiva Publicações); “Défice”, de Emma Holten (Objectiva); “Sobre os sentimentos”, de António de Castro Caeiro (Edições tinta-da-china); “Into the weeds”, de Lydia Davis (Livros Zigurate); “Como se perde uma república”, de Rui Tavares (Edições tinta-da-china); “Genocídio – uma história política e cultural”, de Paolo Fonzi (Edições 70); “Sobre a igualdade de todas as coisas”, de Carlo Rovelli (Penguin); “Impensável”, de Helena Thomson (Temas e Debates); “Vizinhos distantes”, de Soren Urbansky, Martin Wagner (Bertrand Editora); “Estamos todos na mira”, de Matt Potter (Casa das Letras); e “Tudo sobre o Irão”, de Ricardo Alexandre (Porto Editora).
Na crítica, António Cabrita dá quatro estrelas a “O menino do elefante”, de Luís Filipe Sarmento (The Poets and Dragons Society); Pedro Mexia atribui quatro estrelas a “Páscoa Feliz”, de José Rodrigues Miguéis (Assírio & Alvim); também quatro estrelas, mas de José Mário Silva a “Procura nada”, de Eduardo Brito (Cutelo); e três estrelas de Luís M. Faria a “A Segunda Volta”, de João Reis Alves (Contraponto). Sem direito a estrelas: “Susan Sontag – a entrevista completa da Rolling Stone”, de Jonathan Cott (Quetzal Editores), e “A arte de não ter sempre razão”, de Martin Desrosiers (Zigurate).
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No IDEIAS/ EXPRESSO:
O coordenador da infografia do Expresso, Jaime Figueiredo, anda a ler “A arte de cozinhar carne de porco”, de Vítor Sobral, Edgardo Pacheco e Jorge Simão (Casa das Letras), e “Marinha Mercante Portuguesa”, de Luís Miguel Correia e Rui Reis (CTT).
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No ÍPSILON:
Isabel Lucas entrevista Éric Chacour, autor de “O que não sei de ti” (Alfaguara Portugal, com tradução de Nuno Quintas): “Queria fazer o meu Romeu e Julieta entre dois homens no Egipto”.
José Marmeleira escreve sobre Mark Fisher: “Morreu há nove anos, mas o seu pensamento permanece vivo, talvez mais acutilante do que nunca. Nas suas aulas, falava de política e arte, ensaiava fugas possíveis ao capitalismo. O livro “Desejo Pós-Capitalista” (VS Editor, com tradução de André Marques) reúne as últimas lições”.
Na crítica, Isabel Lucas dá quatro estrelas a “A Universidade de Rebibbia”, de Goliarda Sapienza (Antígona – Editores Refractários, com tradução de Manuela Gomes); Helena Vasconcelos atribui três estrelas a “Marguerite Yourcenar – Liberdade e Paixão”, de Cristina Carvalho (Relógio D’Água).
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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
Leonídio Paulo Ferreira entrevista Lesley Downer, autora de “A mais história breve do Japão” (Presença): “A maioria dos japoneses apoia fortemente a Constituição pacifista”.
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No WEEKEND/ NEGÓCIOS:
Lúcia Crespo entrevista o filósofo japonês Kohei Saito, autor de “O Capital do Antropoceno” (Presença): “Estamos a caminhar para o fascismo climático”.
Esta semana, Manuel Falcão sugere “A segunda volta – 1986: as eleições que mudaram o país”, de João Reis Alves (Contraponto), “Uma breve história do Japão”, de Christopher Harding (Casa das Letras), e “Lendas e Contos de Fadas Japonês” (Guerra e Paz Editores).
Marco Alves escreve sobre “No limite”, de Nate Silver (Dom Quixote): “O regresso de Nate Silver, o guru das previsões matemáticas”.
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No CORREIO DA MANHÃ:
“O escritor José Luís Peixoto foi distinguido com o Prémio Literário Vergílio Ferreira 2026, atribuído pela Universidade de Évora.”.
Francisco José Viegas recomenda “Camões Poeta, Herói n’Os Lusíadas”, de Helena Carvalhão Buescu (Edições tinta-da-china).
Na sua coluna de opinião, José Jorge Letria escreve hoje sobre as cartas de Jorge de Sena e Sophia de Mello Breyner.
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No JORNAL DE NOTÍCIAS:
“O escritor José Luís Peixoto, com romances traduzidos em mais de 30 línguas, foi distinguido com o Prémio Literário Vergílio Ferreira 2026, atribuído pela Universidade de Évora, divulgou a academia alentejana. O júri da edição deste ano, presidido por Antonio Sáez Delgado, decidiu atribuir a distinção ao escritor “por unanimidade”.”
“O jornalista e escritor José Manuel Barroso apresenta hoje, às 18 horas, na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, o seu mais recente livro. Em “Lautrec”, o autor recria a vida do célebre artista francês, nome maior do pós-impressionismo. A sessão conta com apresentação de Rui de Azevedo Teixeira e leituras de Rui Sobral.”
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Boas leituras.
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