Bom dia, bom início de semana.

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No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
– Patrícia Reis dá hoje uma entrevista a propósito do seu novo romance, O Lugar da Incerteza (Companhia das Letras): “(…) Isto pode parecer um pouco estranho para as pessoas, mas o Agualusa diz que sonha os livros. Portanto, ele sonha os livros, eu vejo personagens inteiras vestidas com características físicas muito específicas. Para mim tornam-se pessoas. Enquanto se escrevem, são pessoas, não são personagens. E têm vontade própria. (…)”;
– Esta semana, João Céu e Silva sugere três livros: A autobiografia de Agatha Christie (Asa, com tradução de Elsa T. S. Vieira); Se os gatos falassem, de Piergiorgio Pulixi (Clube do Autor); e A herança, de Trisha Sakhlecha (Singular);
– António Carlos Cortez escreve sobre Ainda que caminhe pelo vale da sombra – antologia de autores suicidas, com seleção e tradução de Carlos Ramos).
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No JORNAL DE NOTÍCIAS:
“Para assinalar o seu aniversário, decorre esta tarde, às 18 horas, um tributo na Biblioteca Poética Eugénio de Andrade, situada naquela que foi a sua casa, no Porto. Uma conversa-homenagem com a apresentação do livro Manhã total, de Fátima Carvalho. A obra conta com o prefácio de José Tolentino de Mendonça. A iniciativa conta com a moderação de Julio Machado Vaz (…)”.
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No CORREIO DA MANHÃ:
Francisco José Viegas diz que está “a aguardar Hotel Timor (Poets and Dragons Society), de Luis Cardoso – como conheço o hotel, e a sua memória de Díli, será de certeza uma história fascinante.”.
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Boas leituras.
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