
***
No ÍPSILON:
– Isabel Lucas dá quatro estrelas a Náufragos – Uma baleia, uma jangada, uma história de amor, de Sophie Elmhirst (Zigurate, com tradução de Sara I. Veiga): “Um naufrágio bastava como matéria-prima para uma narrativa de resistência humana perante a vastidão do oceano. Náufragos faz outra escolha: o que acontece ao amor quando o mundo se reduz ao mínimo?”.
***
No IDEIAS/ EXPRESSO:
A jornalista Carla Tomás anda a ler O que podemos saber, de Ian McEwan (Gradiva Publicações, com tradução de Maria do Carmo Figueira).
***
Na REVISTA E/ EXPRESSO:
– Diogo Ramada Curto escreve sobre Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios, de William Hazlitt (Edições 70, com tradução de Ricardo Mangerona);
– Pedro Mexia dá quatro estrelas a Uma vida de Jesus, de Shusaku Endo (Dom Quixote, com tradução de José David Nunes); cinco estrelas de Luís M. Faria para Relações Perigosas, de Irene Pimentel (Temas e Debates); quatro estrelas de José Mário Silva para Púrpura Senil, de José Emílio-Nelson; António Caeiro dá três estrelas a Voai, Cisnes Selvagens, de Jung Chang (Quetzal Editores, com tradução de Maria do Carmo Figueira); sem direito a estrelas: O que não sei de ti, de Éric Chacour (Alfaguara Portugal, com tradução de Nuno Quintas), e A Inteligência Artificial de A a Z, de Carlos Fiolhais (Gradiva Publicações).
***
No CORREIO DA MANHÃ:
– “Autor do livro sobre o Chega cancelado: “Isto é muito grave””. Miguel Carvalho ia apresentar a obra em Março. A autarquia diz que não quer “polémicas político-partidárias”;
– Francisco José Viegas recomenda dois livros “para estes dias”: Conspiração Contra a América, de Philip Roth, e Império, de Gore Vidal.
***
No DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
– Leonídio Paulo Ferreira conversou com Jung Chang, autora de Voai, Cisnes Selvagens (Quetzal Editores, com tradução de Maria do Carmo Figueira): “Deng era um libertador. Iniciou as reformas. Mas cometeu um erro: recusou-se a denunciar Mao“;
– João Lopes recorda a italiana Goliarda Sapienza, autora de A Arte da Alegria (Dom Quixote).
***
No WEEKEND/ NEGÓCIOS:
– Lúcia Crespo entrevista o ensaísta francês Samuel Fitoussi, autor de Porque Se Enganam os Intelectuais (Bertrand Editora, com tradução de António Costa Santos): “Como dizia Orwell, algumas ideias são tão absurdas que só os intelectuais podem acreditar nelas”;
– Esta semana, Manuel Falcão sugere Tudo sobre Deus, de José Eduardo Agualusa (Quetzal Editores);
– Marco Alves escreve sobre Um espião em privado – as cartas de John Le Carré, ed. de Tim Cornwell (Dom Quixote, com tradução de J Teixeira de Aguilar).
***
No JORNAL DE NOTÍCIAS:
“O fim dos Estados Unidos da América, o mais recente livro de Gonçalo M. Tavares, serve de ponto de partida para a conferência do autor hoje, às 18.30 horas, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés de Vila Nova de Gaia.”
***
A RIL ERROU
A fotografia que serviu de apoio à RIL de ontem é, de facto, de Daniel Rocha e estava, de facto, no site do EXPRESSO- onde fui buscá-la. Porém, originalmente, a fotografia foi publicada no PÚBLICO para ilustrar uma entrevista que José Riço Direitinho fez a Luís Cardoso em 2021 – e que pode ser lida aqui: https://www.publico.pt/2021/04/23/culturaipsilon/noticia/luis-cardoso-lamento-xanana-nao-ido-plantar-aboboras-1958485. Aos visados, o meu pedido de desculpas.
***
Boas leituras.
*